Como salvar a Amazônia? Empresa brasileira diz que NFTs são a resposta

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Uma ilustração de uma jaguatirica do artista de LA Ben Kwok

Por Anthony Boadle

BRASÍLIA (Reuters) – Uma empresa brasileira que é dona de 410 milhas da floresta amazônica está oferecendo uma nova maneira de financiar a conservação: vender tokens não-fungíveis (NFTs) que permitem que os compradores patrocinem a preservação de áreas específicas da selva.

Os títulos da NFT são de operações digitais que podem ser para representar todos os valores de desenhos de macacos a roupas para uso de avatares em transações que já podem ser usados ​​em todo o mundo, que podem ser usados ​​por avatares em transações em metaversos e podem representar tudo desde desenhos de macacos a roupas para um mundo usado por avatares em transações em metaversos e podem ser negociados por todos os valores que já foram usados ​​em metaversos para o mundo.

Outras tentativas de financiamento via NFTs incluem planos para uma reserva de vida selvagem na África do Sul.

No Brasil, uma empresa chamada Nemus começou a sexta-feira a vender NFTs que ampliam aos compradores ou promoção exclusiva de diferentes tamanhos na floresta, com receitas preparadas para preservar a floresta, regenerar áreas devastadas e promover o desenvolvimento sustentável.

Quem tiver os tokens não possuirá a terra em si, mas terá acesso a informações sobre sua preservação, de imagens de satélite a licenciamento e outros documentos importantes, disse o fundador da Nemus, Flávio de Meira Penna.

Ele disse que a Nemus vendeu 10% de sua oferta inicial de tokens para 8.000 hectares no primeiro dia.

“Meu palpite é que isso acelerará rapidamente nas próximas semanas”, disse Penna à Reuters nas próximas semanas, acrescentando que a tecnologia blockchain garantiria a transparência do uso dos fundos.

Os lotes de quarto variam de tamanho, de um hectare a 8 hectares, que os compradores podem encontrar em mapas online

Não Estado do Amazonas.

Além de preservar a floresta Penna disse que as soluções ajudamiam a projetos de desenvolvimento sustentável, como as comunidades locais em Pauini, que é do tamanho da Bélgica.

Cada token contém uma arte de uma planta ou animal da Amazônia e é processado pela Concept Art House, com sede em São Francisco, um desenvolvedor de conteúdo e publicadora de NFTs.

Críticos têm questionado o valor de NFTs para causas ambientais porque os tokens que usam a tecnologia blockchain precisam de muita potência de computação, elevando a demanda de geração elétrica que emite gases de efeito estufa.

Penna rejeitou essa opinião, dizendo que a preservação das áreas de ameaças da Amazônia compensa muito o custo ambiental de transações de transações.

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