Com IRB (BR3), Barsi quer incentivar o ativismo de acionistas

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Um fato consumado entre as companhias é uma falta de participação dos acionistas nas decisões, quando os temas de residências são importantes para o futuro das empresas são provenientes de uma reunião importante. Mesmo com um número diferente de investidores ativos nos últimos três anos, poucos exercitam seu direito de acionista.

Dessa maneira, o acionista pessoal físico da bolsa brasileira, Luiz Barsi Filho, pensou em melhorar a bolsa brasileira – e com a reseguradora IRB (IRBR3), que atravessou maus bocados nos últimos dois anos. Ele quer incentivar o ativismo dos acionistas da assembleia engajando-os a votação na próxima assembleia, dia 31 de março, às 10h.

Para isso, fórmula Pedido Público de Procuração (PPP) para que os acionistas possam votar favoravelmente favoravelmente, abster-se em relação à ordem ou ordem do dia. Recomenda-se a proposta para a composição do conselho, o que ele procura é recomendado.

No último dia 16, junto com a Geração Futuro L Par Fundo de Investimento em Ações, Luiz Barsi solicita a inclusão de candidatos para concorrer a membro do Conselho Fiscal do IRBcom a indicação sua filha, Louise Barsi, como membro efetivo, e Daniel Alves Ferreira, como suplente.

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“Há muita burocracia e nem todos os acionistas têm para participar das assembleias”, disse Louise Barsi, ao moeda de informação.” O fato do IRB ser uma companhia (sem controlador definido) aflora a necessidade de maior participação dos acionistas”, completou.

Sem o caso do IRB, os dois maiores acionistas são Itaú Seguros (11,51%) e Bradesco Seguros (15,78%), enquanto 71,72% do capital é de outros.

Entre os acionistas, são mais de 285,4 mil pessoas físicas, enquanto investidores institucionais somam 652 e pessoas jurídicas, 1.380.

Com cerca de 26 milhões de ações, a Barsi conta com pouco mais de 2% do capital da empresa.

Participação ativa e evita novos erros

Conforme Louise, a ideia com a iniciativa é trazer voz aos acionistas minoritários e, mesmo sem antecipar, diz que a recepção tem sido grande. “Se o resultado for positivo, vai ser algoventes no ativismo dos acionistas sempre minoritários”, disse.

Segundo ela, a assembleia a intenção é abrir o canal de comunicação com a companhia e ano que vem, na próxima geral ordinária, pleitear uma vaga no Conselho de Administração, que será renovada. “Nossa ideia é estar no conselho financeiro e de administração, participando ativamente e mergulhando nos números da empresa”, disse.

Louise Reformou a intenção é evitar que os problemas de registro da empresa “não aconteçam nunca mais”. “Queremos ajudar nos controles internos e na criação de uma história de transparência”, acrecentou.

inovador

Segundo especialistas Consultados pelo moeda de informação, pedidos públicos de participação em assembleia são bastante raros. Conforme Luiz Marcatti, Presidente da Mesa Governança Corporativa, o investidor brasileiro ainda é muito passivo às decisões dos blocos de controle das empresas.

“O PPP ainda não é um instrumento usado, o contrário dos EUA, onde os acionistas mandam seus votos de várias partes do país e até mesmo do exterior, com segurança no voto, com mecanismos de acesso para assegurar a contagem dos votos “, Dise.

O especialista em governança corporativa Renato Chaves destaca que os votos em assembleia ainda são considerados “eventos burocráticos para advogados e não como uma prestação de contas para os investidores”. “As não empresa fazem um evento amigável e convidativo às pessoas físicas a la Buffett”, acrecentou.

Crescimento da Pessoa Física na bolsa

Esse debate encontra respaldo sobretudo nesse momento de aumento do número de investidores pessoa física na bolsa. A B3 atingiu, em janeiro de 2022, uma marca de 5 milhões de contas de pessoas físicas abertas em corretoras no Brasil.

O número se divide entre 1,2 milhões de contas de mulheres e 3,8 milhões de homens, já o número de CPFs únicos é de 4,2 milhões, uma vez que uma mesma pessoa pode ter conta em mais de uma corretora.

Investidores na bolsa disparam. Fonte: B3
Investidores na bolsa disparam. Fonte: B3

Perguntas sobre a história do IRB

A companhia foi uma queridinha do mercado desde sua abertura de capital, em julho de 2017, até julho de 2020, quando a gestora Squadra publicou uma carta de 184 páginas orientando uma série de “inconsistências” no balanço do IRB.

Logo após a publicação, a empresa tentou rebater as páginas depois, mas uma tréplica veio uma semana, dessa vez de apenas 50 levantados pelo IRB em sua defesa. Por seu ramo de atuação, o mercado de resseguros, poucos entendiam a dinâmica da empresa.

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Como consequência dos fatos e repercussões, o CEO José Carlos Cardoso e o CFO Fernando Passos renunciaram às suas cargas. Enquanto isso, as ações da empresa saíram de R$ 33,25 para 9,68, atingindo em R$ 6,43 (uma queda de 85%) em pouco mais de um mês – também influenciou pela decretação da pandemia em março de 2020.

Após, houve uma busca de toda a administração com a melhoria da governança corporativa. Mas desde, nunca mais a empresa teve a mesma confiança do mercado e resultados positivos, acumulando um prejuízo então de R$ 1,4 bilhão em 2020 e outro de R$ 682 milhões em 2021.

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