Aposta na queda? Aluguel de cotas do fundo imobiliário Maxi Renda cresce 5 vezes, dois meses após a CVM questionar dividendos

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Há cerca de dois meses uma decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sacudiu uma indústria dos fundos imobiliários, ao questionar a distribuição de divisões do Maxi Renda (MXRF11). Ainda sem definição, quase cinco vezes com o mercado que viu o aluguel de cotas do FII crescer.

Com na B3, o grupo de ativos é utilizado normalmente por investidores que acredita na avaliação dos ativos. O aumento no aluguel de cotas do Maxi Renda sinalizaria uma queda de queda ainda maior do papel?

Desde o dia 24 de janeiro, as cotas do Maxi Renda acumulam queda de quase 10%, ou R$, depois de ganhos de quase 4% em dezembro de 2021.

Quando temos uma notícia como esta do Maxi Renda, que poderia impactar até a rentabilidade, é normal ter uma fuga de investidores, afirma Arthur Faviero, analista Independente de fundos imobiliários da OHM Research.”Confesso que “ache a queda até pequena diante do Impacto que uma decisão como esta pode gerar”, afirma.

Por outro lado, os dados sobre o aluguel de cotas do Maxi Renda não sinalizaram a confiança até então apresentados pelosinvestidores.

Dois depois da decisão da CVM, que ainda se manifestará definitivamente sobre o caso, o estoque de informações financeiras da Maxi Renda que foi contratado quintuplicado, de acordo com o levantamento da Economatica, plataforma de informações financeiras.

Segundo o estudo, a quantidade de cotas de dois meses subiu de quase 145 mil para 771 mil nos últimos. O volume financeiro movimentado pelos papéis movimentados de R$ 1.435 milhões, no dia 24 de janeiro, para mais de R$ 7 milhões, considerando os dados do dia 24 de março.

Gestão do Maxi Renda vê reação desproporcional do mercado

Em dezembro de 2021, por maioria de votos, o colegiado da CVM mais entendido que um fundo imobiliário não poderia publicar mais do que o livro contábil acumulado pela carteira. Em caso de pagamento contábil, o rendimento deveria ser repassado em de amortização, ou seja, a forma de devolução de patrimônio líquido.

O novo entendimento, divulgado apenas no dia 25 de janeiro, teve como base as demonstrações financeiras do Maxi Renda entre 2014 e 2020, período em que o fundo a presentear contábil e contábil, mesmo assim, compatível com a distribuição de dividendos.

O fundo recorreu da decisão e aguarda nova resposta da CVM. Mas, na avaliação de André Masetti, gestor da XP Asset, um mercado – em relação à avaliação das cotas como nenhum volume de papéis alugados – tem sido desproporcional.

“Na nossa visão, não justifica a depreciação que as cotas não tiveram no mercado secundário e nem a quantidade de cotas alugadas” por aponta Masetti. “O fundo fechou 2021 com lucro contábil positivo. Mesmo os anteriores, análise pela CVM, justificam uma avaliação de R$ 0,20 a R$ 0,25 verificações”, e não de R$ 1, como se atualmente, destaca.

Aposta na queda?

Gerência de títulos pela B3, a operação de títulos pela B3 oferece aoinvestidor que possui de fundos imobiliários ou na possibilidade de emprestar ações ou papel para outros investidores, a cobrança de uma taxa de “aluguel”.

O “doador” das cotas costuma ter uma estratégia de longo prazo, pouco interessado na venda dos papéis. Já o “tomador” vende as cotas emprestadas para, mais tarde, recomprá-las por um preço menor. Neste caso, o ganho do “tomador” está condicionado à queda no valor do papel.

“O aumento no aluguel de cotas do Maxi Renda, na teoria, significa que o número atual de investidores que após a queda do papel é maior do que dois meses atrás”, explica Faviero. “É um movimento de especulação, que é normal, e faz parte do mercado”.

Aos Aluguéis Maxi Renda que seguem os fundamentos do fundo, o analista da OHM, o analista da OHM, lembra que a pesquisa não é necessariamente identificada também pela cota Confirma e outros fatoresm e explicam o crescimento do crescimento de descrições da carteira.

Recorde no aluguel de cotas, com destaque para FIIs de “papel”

O estoque de aluguel de fundos de imóveis em março de 2011, o maior valor que essa alternativa foi criada em março de 2020

O volume financeiro movimentado com o histórico das cotas dos FIIs alcançou R$ 159 milhões de mes, superando o então recorde de R$ 113 milhões, em junho milhões de 2020.

“O resultado de março foi puxado pelos fundos imobiliários de ‘papel’ [que investem em títulos de renda fixa]que concentram R$ 132 milhões”, detalhado Einar Rivero, gerente de relacionamento institucional e comercial da Economatica. “Na sequência, os fundos de logística aparecem com R$ 18,7 milhões, híbridos com R$ 5,87 milhões e compras com R$ 1,36 milhão”.

Mesmo com o aumento dos dois últimos meses, o Maxi Renda segue a distância do topo da lista dos FIIs mais alugados. Atualmente, o Fator Veritá ( VRTA11) cabeça a fila, com um volume financeiro superior a R$ 32 milhões.

Código de armazenagem segmento ginkgo Volume Financeiro (R$ milhões)
VRTA11 índice de renderização de cores 315.624 32.796.393
IRDM11 índice de renderização de cores 227.600 23.909.610
KNCR11 índice de renderização de cores 128.111 12.789.301
XPLG11 empresa de logística 121.554 12.137.707
KNIP11 índice de renderização de cores 105.473 10.376.654
CPTS11 índice de renderização de cores 102.258 9.713.872
HCTR11 índice de renderização de cores 82.104 9.692.208
RECR11 índice de renderização de cores 71.604 7.093.831
MXRF11 índice de renderização de cores 771.651 7.004.866
DEVA11 índice de renderização de cores 70.690 6.900.715
HGLG11 empresa de logística 36.991 5.965.648
KNSC11 índice de renderização de cores 47.223 4.478.157
KNRI11 Híbrido 26.244 3.493.544
vinho 11 Lajes Corporativas 37.829 1.809.460
BRCR11 Lajes Corporativas 25.917 1.764.513

Atualmente, o Maxi Renda é o maior fundo imobiliário do País em número de cotistas, com 506 milhões. Nos meses seguintes após a decisão da CVM, o fundo manteve uma distribuição de divisões observada anteriormente, na casa dos R$ 0,09 por cota.

Entenda o caso Maxi Renda

Dois dias depois do fato relatede com o entendimento da CVM, a autarquia reforçou o posicionamento anterior e avisou que o parecer poder se estender a outros fundos 9,5%.

Em novo comunicado, no início de fevereiro, porém, a CVM informou que atendeu de efeito e a decisão, suspensou a pedido de início todas as alterações do efeito.

“O pedido referido de efeito suspensivo, formulado pelo administrador do Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário, foi deferido pelo Colegiado da CVM. Com isso, os efeitos da decisão deliberada no dia 21 de dezembro de 2021, estão suspensos”, afirma o comunicado da autarquia.

estar atrasado, a administração do Maxi Renda entrou com pedido de reconsideração da decisão da CVM, que tinha prazo de até 60 dias para se manifestar sobre o caso. Nos de fontes do mercado, a decisão deve sair entre abril e maio.

No relatório divulgado no dia 21 de fevereiro, o fundo reforçou que os números de gestão de 2021 ainda não tinham passado por auditoria Independente, mas sinalizavam que a carteira fechou o ano passado com lucros acumulados.

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