10 erros comuns na declaração do seu IRPF

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Fazer a declaração do Imposto de Renda é uma obrigação anual para milhões de brasileiros. , cumprir esta regra exige muita documentação, domínio de códigos e da burocracia.

Atualmente, são cerca de 34 milhões de brasileiros que terão de superar todas essas adversidades para entregar uma declaração para 2022, até 29 de abril. E até que isso aconteça, muitos erros são recorrentes. Porém, para você não cair na malha fina da Receita Federal, é preciso se atentar a alguns detalhes. Portanto, continue lendo!

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Dessa forma, neste texto, vamos mencionar 10 erros muito comuns na hora de fazer sua declaração. E que fazer você cair na malha fina. Então, para saber como evitar esse tipo de situação, confira a seguir!

1. Problemas de digitação

O preenchimento da declaração exige muita atenção e muitos problemas podem ocorrer apenas por conta de uma digitação errada. Imagine colocar um zero a mais em um valor, por exemplo, passando de R$ 1.000 a R$ 10.000. Hoje, o programa da Receita tem um alerta para quando o somatório de todos os bens ultrapassa os problemas ou o valor de R$ 5 milhões, justamente para confirmar o valor e ajudar a evitar esses problemas.

2. Omissão de rendimentos com aluguel

Esse tipo de problema ocorre quando você um ou mais imóveis alugados, mas não possui informações sobre os rendimentos recebidos na declaração. Porém, o seu inquilino declara que pagou o aluguel, e a Receita cruza os dados e detecta a inconsistência. Lembrando que, no caso de aluguéis acima de R$ 1.903,98 por mês, é necessário substituir o imposto mensal.

3. Declaração de rendimento na ficha errada

A classificação errada dos rendimentos também é algo comum. Assim, ela se divide em três tipos: tributáveis ​​(como salário, etc.); de tributação especial (como juros sobre capital próprio); e não tributáveis ​​(como rendimento da poupança e herança). Se você informa um rendimento na categoria errada, a Receita pode detectar e você cai na malha fina.

4. Não informar rendimento de dependentes

Esse erro é bem, e acontece quando inserem na declaração como dependentes, mas não informam a bolsa de chegada comum por eles, por exemplo. Contudo, muito gente esquece de incluir mãe e pai como dependente, por exemplo. Então, fique atento a esse fator.

5. Confundir dependente e alimentar

Se você é um contribuinte que paga pensão alimentícia, seu beneficiário é alimentando e não dependente. Se você inverter esses papéis, é bem possível que caia na malha fina. Nesse caso, você poderá pagar multa por abatimento de imposto indevido.

6. Dedução de despesas médicas

Sempre seja honesto na hora de declarar suas despesas com médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicológicos, contas de hospital etc. Informe exatamente o valor exato que foi pago, e lembre-se de todos os recibos. A Receita sempre cruza estes dados, e se encontra alguma inconsistência, há muitas chances de você cair na malha fina.

7. Gastos com educação

Outro erro recorrente é tentar reduzir qualquer gasto com educação. Mas existem regras sobre quais despesas podem ser deduzidas. Gastos com livros escolares, cursos de idiomas e de informática, entre outros, por exemplo, não entram. Se você declarar esse tipo de custo, terá problemas.

8. Confundir PGBL com VGBL

Não confunda o plano de previdência do tipo VGBL, que não permite abatimento, com o tipo PGBL, cujas contribuições podem ser deduzidas da base tributável do IR. Nesses casos, o PGBL deve ser informado em “Pagamentos Efetuados”, enquanto o VGBL entra na ficha “Bens e Direitos”.

9. Variação patrimonial compatível com renda

Esse erro ocorre muito por falta de atenção. Assim, se no mesmo ano em que a pessoa recebeu R$ 100 mil, comprei um imóvel por R$ 300 mil à vista, sem nenhuma outra fonte de renda, a Receita pode entender que algum valor foi o enviado. Outro erro comum é a correção do imóvel a valor de mercado: se você comprou uma casa em 2001 por R$ 100 mil e hoje ela vale R$ 300 mil, o valor não deve ser atualizado.

10. Não declarar o custo de aquisição da ação

Por fim, algo que pode fazer você cair na malha fina é, comprar uma, não informar o custo de aquisição da ação. Isso porque muitas pessoas informam o quanto ela vale no último dia do ano, mas isso não está correto. A Receita quer saber o que saiu do seu bolso de fato. Então, se a pessoa comprou a ação no meio de 2021 R$ 10, esse o valor que deve ser por promotor.

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Imagem: Marcelo Ricardo Daros / Shutterstock.com

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