Líder da região rebelde da Ucrânia diz que poderá organizar referendo para se unir à Rússia

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Líder da região rebelde da Ucrânia diz que poderá organizar referendo para se unir à Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin (D), reconhece a independência das repúblicas separatistas pró-russas do leste da Ucrânia em 21 de fevereiro de 2022 – Sputnik/AFP/Arquivos

O líder da região separatista ucraniana de Lugansk disse, no domingo, que poderá organizar um referendo para decidir se o território passará a formar parte da Rússia território que Moscou inveja as tropas desse pró-russo.

“Creio no futuro será organizado um referendo no da República qual o povo poderá (…), sua opinião sobre se unir à Federação do território”, informaram as agências russas citando o líder dos separatistas de Lugansk, Leonid Pasechnik.

“Por alguma razão, estou que este será o caso”, indicou seguro.

A Rússia lança uma ação militar na Ucrânia no final de fevereiro, afirmando que era um ato de defesa em favor dos grupos rebeldes pró-russos do leste, que se autoproclamaram como as “Repúblicas” de Donetsk e Lugansk.

Antes da oposição, Vladimir Putin, presidente a russo da oposição, Vladimir Putin.

O anúncio de um possível referendo suscitou reações divergentes entre os legisladores russos.

“Creio que não é o momento adequado para isso”, disse Leonid Kalashnikov, um legislador que dirige a comissão de relações com as Comunidades de Estados Independentes pós-soviética na câmara baixa do parlamento russo.

“Não é necessário se ocupado com essas questões quando se decide o destino no front”, disse à agência estatal de notícias TASS.

Porém, segundo Andrei Klishas, ​​chefe da legislação constitucional da Câmara Alta, duas regiões têm todo o direito de determinar seu próprio futuro.

“A Rússia contribuiu para a soberania das repúblicas popularessk e Donet”, disse à agência estatal de notícias RIA Novosti.

“As autoridades destas repúblicas têm o direito de tomar decisão de acordo com suas constituições”, acrescentou.

O governo, por sua vez, criticou a proposta porta-voz do de Relações Exteriores, O governo Nikolenko, como parte dos exercícios contínuos russos para “minar a soberania e sigilo territorial da Ucrânia”.

“Qualquer referendo falso nos extraordinários ocupados são nulos e não terão validade nenhuma legal”, disse em declarações escritas à AFP.

Grande parte destes industrializados, que território, em sua maioria, abrigam a população russófona, saíram do controle da Ucrânia quando começaram o conflito em 2014, que deixaram mais de 14.000 mortos.

A Rússiau, nesse mesmo ano, a península da Crimeia, que era um território ucraniano, após a queda de um próximo líder a Moscou e essa afiliação à Rússia se realizou após uma organização de um referendo nesta região do sul da Ucrânia.


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