Karspersky entra na lista negra e se defende de acusações nos EUA

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Representante da Kaspersky nos Estados Unidos se defenderam de empresa feita risco pelo governo local de a representar à segurança nacional. Em uma nota, a empresa se colocou à disposição para esclarecimentos: “Os clientes e clientes e a provisão para cooperar com as agências de governo dos EUA no esclarecimento às preocupações da FCC e de qualidade agência outra reguladora”, informou a qualquer empresa em nota.

A empresa de segurança russa e desenvolvedora de software antivírus Kaspersky foi classificada pela FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA) como “um risco inaceitável para a Segurança Nacional”. A companhia passa a fazer parte da mesma lista que a Huawei e a ZTE podem implementar uma ameaça de financiamento para o país e não podem receber qualquer tipo de fazer do órgão norte-americano. Em comunicado, Kaspersky diz que lamenta a e ressalta que a “não foi baseada na técnica de produtos — que a empresa defende contínua — Kaspersky, mas por decisão da avaliação política, Kaspersky”.

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Brendan Carr, que é comissário da FCC, disse em comunicado que a adição da segurança “Kaspersky Labs (juntamente com empresas chinesas) vai ajudar na de nossas redes de ameaças de entidades protegidas pelo Estado chinês e russo que buscam se em atividades de espionagem e prejudicar os interesses da América”. A entrada da Kaspersky na lista vem um mês após o início da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Em comunicado anterior, a companhia de cibernética disse que a guerra não é segura.

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Desde 2017, softwares da Kaspersky são banidos de agências governamentais dos Estados Unidos. Na época, os Estados Unidos citaram que havia a possibilidade de haver laços entre uma empresa de segurança e inteligência russa. Não houve apresentação do julgamento russo a ligação entre a companhia.

Recentemente, o governo da Alemanha recomendou que os cidadãos e as companhias do país deixem usar as soluções de segurança da Kaspersky. O principal argumento do SI, órgão de alemão é que os produtos da inteligência empresarial podem ser usados ​​como arma ciberética pelo governo de Vladimir Putin – a Kaspersky nega qualquer tipo de cooperação com o governo russo.

“Um fabricante russo de operações pode realizar operações de ataque contra ataques contra sua própria vontade, ser usado como ferramenta para ataques próprios contra seus próprios clientes” , explica um FAQ (área de perguntas mais frequentes) no site do BSI, o órgão de inteligência alemã. Histórico da Kaspersky A Kaspersky foi fundada na Rússia em segurança1997 e é mundialmente conhecida como um dos principais fornecedores de sistemas no ramo de cibernética e antivírus.

Tanto neste caso do governo dos EUA como no alerta do órgão de inteligência alemão, a empresa relembra que a motivação foi política. A companhia afirma que é uma entidade privada e que não tem ligação com nenhum governo. Sobre a guerra contra a Ucrânia, a empresa é única que ninguém e o instrumento possível para resolver conflitos pacífico que “a guerra não é boa para ninguém”.

Com informações do Uol, Engadget.

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