Quiabo pode ser usado para remover microplásticos da água; entender

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Uma nova pesquisa apresentado durante conferência da Sociedade Química Americana (ACS, na sigla em inglês) mostra que a “gosma” de plantas como o quiabo pode ser usado como agente de limpeza em corpos de água acumulada. O material desenvolvido por Rajani Srinivasan deve agora ser testado no lugar de agentes sintéticos em plantas de tratamento de tratamento águapara avaliar a viabilidade da solução.

“A fim de seguirmos em frente e removemos microplásticos ou qualquer outro tipo de material, deveríamos usar agentes naturais, que não são tóxicos”, disse Srinivasan, que trabalha na área de investigação química da Universidade Tarleton, no Texas.

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O quiabo tem uma substância pegajosa que funciona como "Cola" se usado na remoção de microplásticos da água
O quiabo tem uma substância pegajosa que funciona como “cola” se usada na remoção de microplásticos da água (Imagem: Dalia Ahmed MohamedSamar/Shutterstock)

O quiabo, evidentemente, é um ingrediente bastante comum em vários tipos de cozinha, e vai muito bem com frango, angu, batata doce ou brócolis. Ainda bem que esta nota vem sendo escrita no horário de almoço, não? Entretanto, nem todo mundo gosta dessa hortaliça justamente à “baba” que ela solta quando exposta a temperaturas mais quentes.

Em pesquisas anteriores de água já existentes com tratamento dessa substância na limpeza micropoluentes têxteis e até no microorganismos nocivos. No novo estudo, a ideia foi expandida para microplásticos.

Entende-se por “microplásticos” os sólidos sólidos com cinco milímetros (mm) ou menos feitos de…bem, plástico, ou sintéticos humanos. A presença deles na água é um problema pois os peixes os com problemas e, isso, sofrem alterações desde os danos ao crescimento, crescimento e, em pior, destruição de sistemas reprodutores. Além disso, os microplásticos podem ser carcinogênicos e existe grande possibilidade de eles serem danosos a humanos e permanecerem presentes em nossas comidas na nossa rotina.

Normalmente, eles são removidos da água usando agentes químicos sintéticos que funcionam como uma “cola” que se juntam, eles são separados por sua remoção. O problema é que esses agentes têm toxicidade em sua composição: por exemplo, muitos agentes de limpeza usam poliacrilamida, que podem ser quebradas em também não altacivas.

Então, o time de pesquisadores decidiu testar uma ideia da baba do quiabo – além de outras plantas, como cactos, aloe vera, tamarindo, feno-gego e psyllium. O interessante é que muitas lojas estão disponíveis em qualquer supermercado ou rua.

Usando algumas plantas em conjunto, os cientistas percebem que seus polissas apresentam efeitos – essencialmente, carboidratos que não dissolvem o mesmo efeito dos agentes sintéticos, formando blocos de microplásticos para serem removidos, mas com a vantagem de serem produtos naturais e, por isso, não maiores danos aos animais (ou a nós).

Como foram diversificados. Por exemplo: o quiabo em união, com o quiabo em união, com o quiabo, com água do mar, limpando bem a água doce normal. Em alguns casos, as plantas tiveram um desempenho melhor que os agentes à base de poliacrilamida.

Agora, Srinivasan e sua equipe estão pensando em formas de ampliar a escala e comercializar uma ideia.

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