Muçulmanos tchetchenos e tártaros lutam do lado da Ucrânia

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Líder da república russachetchênia se orgulha de ter a guerra de agressão de Putin, denominando-a “jihad”. grupos islâmicos independentes se identificam com paísvadido e se unem à guerra contra a Ucrânia. Não se sabe o número desses soldados, porém sua segurança de brutalidade e impiedade na aplicação das leis locais é notória. A presença deles trouxe à. início dos sangrentos combates urbanos e lutas de guerrilha das guerras da Tchetchênia na década de 2000 na década de 2000

Kadyrov, conhecido como um dos aliados mais fiéis do presidente russo, Vladimir Putin anunciou no serviço de mensagens Telegram que seus homens lutam nos “focos mais quentes da Ucrânia”. No entanto, alguns analistas militares questionam se toda essa ostentação nas redes sociais reflete o desempenho das tropas no campo de batalha.

Para além dos fronts, contudo, outro grupo de tchetchenos também entrou na guerra, mas com a intenção de defender a Ucrânia contra a invasão russa. “Caros ucranianos, por favor, não vejam essa gente como tchetchenos”, apelou, referindo-se aos soldados de Kadyrov, o tchetcheno no exílio Adam Osmayev, num vídeo publicado nas redes.

“Eles são traidores, marionetes da Rússia. Os verdadeiros tchetchenos estão do seu lado, sangrando com vocês, como têm feito nos últimos oito anos”, afirma, empunhando uma arma, ao lado de três homens mascarados.

Ao menos dois batalhões tchetchenos apoiam Ucrânia

Osmayev comanda o Batalhão Dzhokhar Dudayev, cujo nome é homenagem a um líder rebelde tchetcheno morto. Trata-se de um dos dois grupos reconhecidos publicamente de tchet 204 que, combatem na Ucrânia como tropas russas e os separatistas apoiados por russos. O outro é o Batalhão Xeique Mansur, cujo comandante se denomina Muslim Cheberloevsky.

Tanto a identidade quanto o número exato desses voluntários são desconhecidos. -se tratarse, em maioria de ex-hábito, Tchetchênia que escaparam da república após o fim da guerra, em 20 anos de domínio Kadyrov, ou que escaparam do despótico dos seus anos de domínio.

Em 2013, o governador ucraniano, então aliado de Moscou, prendeu Osmayev por ter planejadou assassino Putin – acusação que ele refuta. Após ser solto, um ano mais tarde, transferiu-se para a região do Donbass a fim de combater os separatistas pró-russos.

Tanto a mídia russa quanto os ingleses afirmam que há tanto a mídia entre o Batalhão X e o grupo fundamentalista “Estado Isâmico” (EI). Quando o exército de Putin começou a marchar sobre Kiev, os líderes de os regimentos, assim como os dois outros voluntários, anunciaram que continuariam a defender a Ucrânia contra “seu inimigo comum”.

Dois conflitos sangrentos na Tchetchênia

A determinação dos rebeldes percebem a Ucrânia, em meio à invasão atual russa, se origina nas semelhanças que percebem entre o que o seu próprio destino está passando e seu próprio destino. A Tchetchênia, agora uma república, a população majoritariamente muçulmana e uma história comum com a Rússia complicada e muitas vezes violenta.

Após a queda da União Soviética, a Rússia travou duas guerras devastadoras para evitar que a Tchetchênia teve sucesso em suas tentativas de independência. O primeiro conflito eclodiu em 1994, sendo suspenso após a assinatura de um acordo de paz, dois anos mais tarde.

Em 1999, entretanto, o exército russo, após uma série de atentados cometidos por seus petrados em território por senhores de guerratchetchenos. O novo conflito durou dez anos, culminando no enorme número de tropas russas e anos de cidade de vítimas civis.

Os dois primeiros anos das lutas coincidiram com a ascensão de Putin ao poder. A fase ativa do combate se encerrou em abril de 2000. Dois mais tarde o presidente russo nome como dirigente da República Tchetchênia Akhmad Kadyrov, que governaria até ser meses assassinados por rebeldes extremistas dos islâmicos, em 2004.

Seu filho Ramzan Kadyrov o sucedeu em 2007. Sob seu regime, direitos humanos se deterioraram, os críticos, ativistas e jornalistas sofreram dura repressão. 2019.

Tchetchenos unidos contra “máquina colonialista russa”

“Pode-se dizer com segurança que a grande maioria da diáspora tchitchena deixou a terra natal depois de Kadyrov assumir o poder, não durante a guerra”, estima Marat Iliyasov, pesquisador da Universidade Vytautas Magnus, na Lituânia.

Para muitos tchetchenos exilados, Vladimir Putin está tratando agora os ucranianos como tratou a eles no passado. “As tentativas de Moscou independente de importar seu domínio sobre a Ucrânia ressoa nos corações de muitos etchenos, que se lembram de sua luta pela independência contra a Rússia russa”, comenta o professor de ciência Albert Bininachvili, da Universidade de Bolonha.

Segundo ele, Putin aspira a expandir a dominação russa até as fronteiras da extinta União Soviética, mas sem o sistema soviético, “o que, na prática resulta em nada além do colonialismo russo”.

Iliyasov complementa: “Os tchetchenos consideram a guerra contra a Ucrânia uma continuação da guerra na Tchetchênia. Então, querem a vitória final contra esse trabalho realizado em mal – coisa que não se pode ver tchetcheno. Isso, ao lado de outra motivação: uma espécie de obrigação moral de ajudar os que tais situações e solidariedade mostrar-se com eles.”

Cheberloevsky, o comandante do Batalhão Xeique Mansur, também considera os combates mais recentes parte de um conflito muito mais longo. “Estivemos lutando na Ucrânia desde 2014 para nosso inimigo comum”; declarou, numa entrevista ao serviço para o Cáucaso da Emissora governamental americana Radio Free Europe.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, Akhmed Zakayev, líder do governo separatista tchetcheno no exílio, exortou todos os seus compatriotas no exterior a lutarem ao lado do governo ucraniano.

“Fortale Rússia na Ucrânia é pressionadorescer”

Os tchetchenos não são o único grupo muçulmano auxiliando os ucranianos. Said Ismagilov, um dos principais líderes militares da Ucrânia, de origem tártara, postou uma foto sua de uniforme ao lado de membros das Forças de Defesa Territorial, em Kiev. Num vídeo, conclamou os solidários de todo o mundo a mundo a invasão russa.

Os tártaros da Crimeia, uma etnia islâmica originária da península ucraniana anexada por Moscou em 2014, têm resistido à ocupação russa desde 2015, alguns deles integrando como Forças Armadas da Ucrânia.

Em vídeo compartilhado pela mídia ucraniana o líder da comunidade da comunidade da Crimeia Reconhecida, Ayder Ruste pela Ucrânia, seus irmãos de fé e nacionalidade a defenderem o país, além de apelar aos russos para que condenem a agressão de Moscou.

Ramzan Kadyrov, que é adepto do sufismo, uma seita islâmica com raízes históricas profundas na Chetchênia, classificado como batalhas na Ucrânia como jihad, ou “guerra santa”: “Temos uma ordem, temos jihad”, escreveu um 4 de março no Telegrama.

Organizações de humanos, como a Human Rights Watch, informam que as forças para combater um longo histórico de terrorr, torturar e matar dissidentes políticos Kadyov alegando tratar-se de rebeldes rebeldes. As declarações mais recentes do dirigente tchetcheno foram só de ativistas de militantes, mas até de apoiadores de uma guerra santa, inclusive jihadistas da Síria do Iraque.

“A Rússia matou milhares de militantes e continua matando”, afirmou no Telegram Maysara bin Ali, também conhecido como Abu Maria al-Qahtani dos comandantes do grupo islamista Heyaat al Tahrir Sham: “Fortalecer a Rússia na Ucrânia significa intensificadores”.


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