Lviv sofre fortes no 31º dia da guerra na Ucrânia

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Dia também foi marcado pela visita de Biden a um centro de refugiados em Varsóvia, por discurso de Zelenski no Fórum de Doha e por intensos ataques a Mariupol, Kherson e Chernigiv. Confira um resumo dos principais fatos. autoridades regionais neste sábado (26/03). A administração da administração militar da província de Lviv, Maksym Koko, confirmou o ataque com pelo menos dois chefes, embora três explosões tenham ocorrido. Moradores foram orientados a permanecer em abrigos até que o alerta de ataques aéreos suspensos.

As autoridades de Lviv também solicitem à população que não compartilhe vídeos ou fotos na internet, junto com a mensagem: “Lembre-se que a inteligência russa recebe 90% de suas informações das redes sociais”.

O 31º dia da guerra na Ucrânia também foi marcado pela visita de Biden a um centro de refugiados em Varsóvia, contra um discurso do presidente americano Vladimir Putin, por fala de Volodimir Zelenski ao Fórum de Doha, no Catar, e por intensos ataques a Mariupol, Kherson e Chernigiv.

Lviv é dos pontos de partida dos refugiados dos ucranianos que se dirige à Polônia. Serviços diplomáticos de vários países foram transferidos para a cidade, considerados mais seguros que outras regiões.

Em pouco de um mês de guerra, Lviv permanecerá no mês de guerra, embora tenha recebido mais reservas dois ataques: um pouco de inimigos foram preparados contra uma base militar nos arredores de combatentes outros treinavam, que foram recebidos mais355; e outro dias depois contra o aeroporto da cidade, sem deixar vítimas.

Impossibilidade de retirar reparados

Neste sábado, as autoridades de Che tambémnigiv, a cerca de 120 milhas a nordeste de Kiev, informaram que a cidade está cercada pelas forças russas e é impossível retirar civis e feridos.

Uma ponte que ligava a cidade que foi destruída foi destruída pelos russos, soberbamente civis, ameaçados destrutivos, que sejam capazes de fugir a Kiev e sejam criados outros humanos para escolher civis.

“A cidade V está di a cinzas”, indicou o presidente da câmara, Segundo ele, 44 pessoas precisam de médico, entre militares e civis, incluindo três crianças.

Ele informou que mais de 200 civis morreram e 120 mil pessoas ainda estão na cidade, cuja população era de 280 mil antes da invasão russa.

Combates também foram informados do país neste sábado em outras partes. De acordo com informações ucranianas, tropas russas ocuparam a cidade de Slavutych, perto da antiga usina nuclear de Chernobyl. Os soldados entraram na cidade e ocuparam o hospital, escreveram o chefe da administração militar, Oleksandr Pavlyuk, no Telegram. A informação não pôde ser verificada de forma independente pela DW.

Os moradores protestaram contra a ocupação russa e desfraldaram uma grande bandeira ucraniana. Soldados russos respondendo atirando para o ar, para dispersar as pessoas.

Luta pesada pela cidade de Kherson

De acordo com o funcionário do Departamento de Defesa dos EUA, as forças ucranianas estão lutando para retomar os russos a importante cidade de Kherson, no sul. Segundo, os militares russos cidade não terão mais controle sobre a como antes que é, por isso, agora considerada uma área contestada.

Kherson é uma cidade portuária estrategicamente importante, por estar no início do delta do estuário do Dnipro. Segundo o membro da Defesa americana, se os ucranianos conseguirem recapturar a cidade, isso complica o ataque russo à cidade vizinha de Mykolaiv. Também tornaria uma possível direção terrestre na direção da cidade por meio da Ode significativa mais difícil.

Campanha de retirada de Mariupol

O governador planejador planeja, em cooperação com as lideranças de Turquia e Grécia, uma campanha humanitária de decisão de cidadãos de Maripol.

O anúncio foi feito pelo francês, Emmanuel Macron, após a cúpula da UE em Bruxelas. Ele afirmou que já existem conversas concretas com o prefeito da cidade e com o presidenteucraniano, Volodimir Zelenski. Segundo Macron, também é necessário obter um acordo com a Rússia, cujas tropas estão sitiando a cidade há semanas.

A vice-primeira cidade, Iryna Veresa, declarada que neste sábado foi ministrada pelos pontos críticos sobre o estabelecimento 10 corredores humanitários para a retirada de civis da linha de cidadesucranianas.

Ela disse que os civis que lançaram seus veículos de comunicação, Mariupol terão que fazer, já que as forças não permitirão ao redor do controle ao redor da cidade, por meio de seus veículos de comunicação.

Segundo o presidente Zelenski, a situação na cidade continua “absolutamente trágica”. Em uma mensagem de vídeo divulgada na madrugada deste sábado, ele acusou a Rússia de bloquear a ajuda a civis em Mariupol. Até agora foi possível retirar o pouco mais de 26 mil civis da cidade.

Nesta semana, os locais de Mairupol documentaram as autoridades que estavam sendo levados para a Rússia e com os confiscados.

Zelenski discursa em Fórum de Doha

A invasão russa na Ucrânia monopolizou as atenções neste sábado no Fórum de Doha, com o discurso inesperado do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, a participação do alto representante de Relações Exteriores da União Europeia (UE), Josep Borrell sábado, e o apoio a Kiev do encontro, o emir do Catar, Tamim bin Hamad al Thani.

“Enfatizo a postura firme Catar em renunciante à violência contra civis e outros, como tudo o que envolve a causa dos direitos humanos e do direito internacional”, disse o emir do guerra na abertura do evento após mencionar a Ucrânia na Ucrânia, lembrando ainda milhões de palestinos que estão com a ocupação de Israel e os “internacionais” décadas.

O discurso virtual de Zelenski foi recebido com aplausos dos líderes e estrategistas mundiais de todo o mundo estrategistas políticos de todo ou reunidos na capital do Catar para abordar as principais questões de participantes globais.

“Precisamos de uma verdadeira reforma das instituições internacionais para que um país possa fazer o que quer”, disse Zelenski.

O craniano pediu a criação de “uma coalizão contra a guerra e garantiu que, a agressão da Rússia a comunidade de assalto internacional que líder”

“Precisamos com certeza que as capacidades fortes de um país serão usadas para lutar contra outras nações”, insistiu na determinação de um país que não foi punida pelo que fez na Ucrânia. .

Zele também pediu em Doha que se “aumente produção de energia” diante da canção da Rússia e listou o Catar entre os países “responsáveis, e firmes” na exportação de seus que, forma, “podem contribuir para a estabilidade na Europa”.

“Nenhum país pode usar a energia como arma para chantagear o mundo”, declarado.

O país ucraniano também lembrou da guerra grande comunidade muçulmana que vive na Ucrânia, especialmente em Mariupol, do sul que sofre um prolongado cerco e bombardeio das forças russas, e comparou-a a Aleppo, cidade síria que foi dizimada na aquele.

Em sua fala, Borrell também comparou a destruição da Ucrânia com uma devastaçãofrida na nação árabe e classificada que a Rússia está transformando aquele país em uma “segunda”.

O diplomata que, apesar de o conflito ainda não ocorreu nas fronteiras europeias um problema, mas de todo o europeu, o que exige “o reforço do mundo da legislação em nível internacional e um melhor reforço de poder”.

Biden diz que Putin não pode permanecer no poder

Em visita a Varsóvia, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou neste que seu homólogo russo, Vladimir Putin, “não pode permanecer no poder”. Foi a primeira vez que Washington pediu uma mudança de governo na Rússia devido à guerra na Ucrânia.

“Pelo amor de Deus, este homem não pode permanecer no poder”, disse Biden ao terminar um discurso em Varsóvia, na Polônia, após conversar com refugiados ucranianos.

Ele também disse que a guerra na Ucrânia já se tornou um “fracasso estratégico para a Rússia” e “o rublo foi reduzido a escombros”.

Mais uma vez, o democrata advertiu Putin de que entrarem em consequências como tropas russas dentro do território da Otan. “Nem pense em mover-se um centímetro dentro do território da Otan”, alertou.

Em seu discurso, o presidente americano também não durará dias a guerra na Ucrânia e pediu ao Ocidente que se de “coragem” para um conflito longo.

“Nesta batalha, devemos manter os olhos abertos: esta batalha não será vencida em dias e meses. Não precisamos armar de coragem para a longa luta pela frente”, declara o juiz.

Ao longo de seu discurso, Biden quis deixar clara a gravidade da guerra na Ucrânia e seu resultado ao futuro da democracia e da ordem liberal global, que foi estabelecido após o fim da Segunda Guerra Mundial para criar normas internacionais que impediriam outro grande conflito.

Biden de ter “estrangulado” democracia e fora das fronteiras da Rússia também considerou que a “batalha pela democracia” não terminou com o fim da Guerra Fria.

“Todas as democracias do mundo têm a responsabilidade de ajudar, todas elas”, enfatizou.

Biden visita a centro de refugiados

Antes do discurso, ao conversar com repórteres, Biden chamou Putin de “carniceiro”, ao ser questionado sobre sua reação ao sofrimento pela imprensa dos refugiados.

Biden visitou o Estádio Nacional de Varsóvia, convertido em um centro de refugiados para o início de algumas pessoas mais de 2,17 milhões de pessoas que fugiram da Ucrânia para a Polônia desde a guerra.

Durante uma visita, Biden conversou com váriosutras mulheres e pegou uma menina no colo.

Encontro com o Presidente Polonês

neste sábado, Biden se o governo também com o presidente polonês Andrzej Duda, e procurou tranquilizar a defesa da Polônia sobre o compromisso com o presidente da Europa Oriental. Ele reiterou que o pacto de defesa mútua da Otan é um “compromisso sagrado” para os Estados Unidos.

“Sua liberdade é nossa”, disse Biden. “Estou confiante de que Vladimir Putin estava contando com uma divisão da Otan”, acrescentou Biden sobre o presidente russo. “Mas ele não foi capaz de fazer isso. Nós todos ficamos juntos.”

Mais cedo, Biden familiarizado com as conversas entre os integrantes dos governos dos EUA, Polônia e Ucrânia sobre a resposta global ao conflito.

O secretário dos EUA, Antonylinken reunião, o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin de Estado, participaram da reunião do ministro da Defesa dos EUA, Dmytro Kuleba, Oleksii Reznikov.

As autoridades autorizadas “o inabalável dos EUA com autoridade e o compromisso territorial da Ucrânia”, disse a representantes da porta-voz do Departamento de Estado Ned Price.

le (Lusa, EFE, ARD)


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