leitos de UTI no Brasil fora de alerta pela 1ª vez desde 2020

0
42

Boas notícias estão chegando. Embora ainda não tenhamos pela primeira vez, pela primeira vez, que tenha combatido a Covid-1 desde o início do início de 2020, pela primeira vez em julho, ocorrido ano a taxa de cuidados desde os leitos de UTI por adultos com a doença no Sistema Único de Saúde (SUS) está abaixo de 60%.

Leito de UTI destinado a pacientes de Covid-19
Segundo a Fiocruz, a taxa de ocupação de leitos de UTI por adultos com Covid-19 no Sistema Único de Saúde está abaixo de 60%. Imagem: Governo do Estado do Paraná/Divulgação

Conforme a revista Veja, isso significa que todos os estados do país e o Distrito Federal estão fora da zona de alerta para o indicador. As informações são da edição de sexta-feira (25) do Boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que apresenta dados entre os dias 6 e 19 de março. A principal, segundo os custos, é a conquista.

publicidade

Pandemia ainda não acabou: esquema vacinal contra a Covid-19 deve ser completo

No entanto, eles alertam que, mesmo diante desses dados positivos, não significam que a situação está sob controle. A Fiocruz reforça que a imunização deve continuar, especialmente entre os idosos, que precisam tomar uma dose de reforço, e as crianças de 5 a 11 anos.

Vacina criança
Esquema de crianças de idade completa contra a Covid-19 deve ser a partir de 5 anos e de todos os grupos de anos completos, em especial os. Imagem: Ast – Shutterstock

“É importante a demais crianças contra a Covid-19, assim como vacinas do calendário infantil. A população geral em conjunto de pessoas também afirma o esquema completo, segundo o qual, no Brasil, deve receber o esquema completo, 74% está com a primeira dose completa e 34% foi vacinada com dose de reforço.

Leia mais:

Embora os estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, tenham o uso de máscaras tanto em locais abertos como em confinamento, a Fiocruz a manutenção da proteção em lugares protegidos, recomendados com grande concentração de pessoas como o transporte público, e também por pessoas mais robustas, como imunossuprimidas, gestantes e idosos.

De acordo com o órgão, a distinção da classificação de pandemia para endemia dependerá de indicadores como letalidade, tendo como orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) como referência. Disso, quando os registrados e ainda pequenos pela forma grave da doença forem suficientemente pequenos para gerar poucos e não criar pressão sobre a saúde, pode ser que se trate de uma doença para a qual possa ser capaz de ações de médio porte. longo prazo sem precisar contar com a resposta imediata”.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? inscreva-se no nosso canal!

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here