A empresa Garena free fire, sediada em Cingapura tem Battle Royale como grande destaque comercial, atuação em diversos setores da indústria e receitas monstruosas.

Ótimo, a Garena free fire não é apenas desenvolvedora do Free Fire, mas também fornecedora de serviços digitais no Sudeste Asiático com foco em games e também free fire suporte, eSports, e-commerce e finanças digitais. Fundada em Cingapura em 2009 por Forrest Li, a empresa quebrou barreiras em todo o mundo e deixou uma marca impressionante nos últimos anos, notadamente com o Free Fire, que conta com mais de 50 milhões de jogadores ativos diariamente, além de campeonatos regionais e internacionais. O sucesso da última década também pode ser visto nas receitas próprias da empresa, que chegaram a US$ 3 bilhões (R$ 15 bilhões) em 2019.

Para entender melhor tal triunfo da Garena free fire, é preciso dar uma olhada na história da Garena free fire. Conheça a origem, objetivos, desafios, estratégias e outras informações sobre a empresa atualmente também conhecida como Mar e a forte ligação com o jogo Free Fire, um dos jogos mobile mais jogados no Brasil e no mundo.

O começo

Fundada em Cingapura em 2009 por Forrest Li, a Garena free fire, antes de conquistar o mundo com o Free Fire, surgiu como resposta a poderosas empresas chinesas como Tencent e Alibaba, que oferecem serviços de comunicação digital em todo o mundo. e comércio. No entanto, essa resposta não foi focada na competitividade direta, mas na combinação de pontos fortes e na síntese de empresas chinesas focadas em um microsegmento de gamers, que começou com os lançamentos de DotA 2 e League of Legends, títulos de prestígio do MOBA gênero para computadores, cresceu . . Assim nasceu o Garena+, cujo objetivo era ser um misto de rede social e plataforma de distribuição de jogos no Sudeste Asiático. Mas, embora o sucesso na região tenha chegado rapidamente, a plataforma só atingiu o pico após o lançamento do Free Fire em 2017: no ano seguinte ao lançamento do título mobile, Garena+ tinha mais de 135 milhões de usuários em todo o mundo.

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Paralelamente, a Garena free fire, que decidiu mudar de nome e atualmente também é conhecida como Mar, contou com eventos especiais de jogos como a Garena Star League, que contou com mais de 180 mil pessoas, e outras plataformas para se consolidar no Sudeste Asiático, como como Shopee, uma plataforma de negociação digital lançada em 2015 registrada em mais de 200 milhões de dispositivos diferentes, e SeaMoney, uma das redes de serviços financeiros de mais rápido crescimento no Sudeste Asiático, oferecendo vários recursos, incluindo e-wallet, pagamentos e microcrédito.

Antes mesmo do lançamento do Gamer Free Fire, a Garena free fire se esforçava para impactar o mercado do Sudeste Asiático e seu crescimento inicial chamou a atenção de investidores e usuários. No curto espaço de tempo entre 2009 e 2016, a Garena free fire deu grandes saltos e abriu caminho para mais: nos sete anos que antecederam o lançamento do battle royale para smartphones, a Garena, ao lado de sua plataforma digital e milhões de usuários em diversos países, abriu o estádio Doors of Garena e-Sports, local que recebe seus próprios eventos, recebeu uma onda de grandes investimentos que aumentaram o valor de mercado da empresa em 1 bilhão em sua plataforma de jogos de ação em primeira pessoa ou jogos de RPG online populares entre os jogadores eram. Entre os mais relevantes na época do Garena+, Path of Exile liderou a lista de conquistas da plataforma, além dos MOBAs acima. O sucesso foi rastreado por sete anos, mas chegou a hora da nova febre que mudaria a vida da empresa: o Free Fire.

Garena free fire Lançado em 2017, o Free Fire atingiu 60 milhões de jogadores em 2019. — Foto: Reprodução

Garena free fire

Lançado em 2017, o Free Fire atingiu 60 milhões de jogadores em 2019. — Foto: Reprodução

A ascensão Garena Free Fire

Percebe-se que desde sua criação, em 2009, a trajetória da Garena sempre foi repleta de sucessos. Mas 2017 viu a grande virada da empresa após o surgimento do gênero battle royale dos gamer Player Unknowns Battlegrounds e Fortnite. A nova geração de jogos de sobrevivência se tornou uma febre tão grande que os desenvolvedores locais do Sudeste Asiático começaram a criar seus próprios jogos no gênero, incluindo Horus Entertainment, desenvolvedores de Bullet Strike: Battlegrounds, bem como 111dots Studio, desenvolvedores de Free Fire. Foi esse segundo título que chamou a atenção da Garena, que então adquiriu o minúsculo estúdio 111dots para ajudar a criar um dos maiores sucessos do gênero. Assim nasceu o Free Fire em setembro de 2017, que ainda está sob os cuidados da Garena e do 111dots Studio.

Diferente dos outros jogos de sobrevivência, o Free Fire se destacava pela mecânica e gráficos leves, sendo um dos títulos mais acessíveis aos jogadores por não exigir aparelhos mais avançados, em contrapartida de games como PUBG, que requer dispositivos mais modernos para funcionar. E o ponto de virada foi imediato: Free Fire, logo após o lançamento da sua versão beta, ultrapassou os concorrentes no sudeste asiático e deu início à sua conquista global. Em dezembro do mesmo ano, a versão completa de Free Fire já estava disponível gratuitamente aos jogadores, e não demorou muito para que o título conquistasse o mundo, já que em janeiro de 2018 Free Fire era líder de downloads em 22 países, incluindo o Brasil, e estava entre os cinco jogos mais baixados em outros 50 países.

Liga Brasileira de Free Fire — Foto: Garena

Liga Brasileira de Free Fire — Foto: Garena

O Free Fire no Brasil

A popularidade do jogo mobile nos smartphones brasileiros resultou em um dos cenários competitivos mais influentes nos esports atualmente televisionados e assistidos por milhões de telespectadores. Hoje, a Liga Brasileira de Free Fire conta com 12 times em sua divisão de elite, incluindo times de prestígio dos esportes digitais e até do futebol que também apostam na modalidade: Team Liquid, atual campeão, Vivo Keyd, LOUD, paiN Gaming, INTZ, Corinthians, BD Los Grandes, FURIA, B4, PRG, Red Kalunga e SKS. Aliás, um dos maiores marcos do eSports no Brasil vem do Free Fire: no ano passado, o Corinthians venceu a segunda edição da Copa do Mundo de Free Fire, realizada na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro.

Trajetória de sucesso e próximos objetivos

O sucesso da Garena vem – e ainda está – em trajetória crescente desde que surgiu em Cingapura, em 2009. A empresa, avaliada em mais de US$ 2 bilhões, conquistou os diversos segmentos em que atuava. Seja uma plataforma para unir jogadores, um jogo móvel de sucesso global ou até mesmo serviços comerciais e financeiros em ambientes digitais, pode-se supor que o futuro da empresa também será de vitória. Forrest Li, CEO da Garenas, é hoje um dos homens mais ricos do mundo: sua fortuna é estimada em US$ 545 milhões, pouco menos de R$ 3 bilhões.

Os próximos passos de Garena em termos de negócios ainda são incertos, mas é certo que seu envolvimento no mundo dos games continuará crescendo. Além do competitivo cenário do Free Fire, a empresa já lançou seu próximo empreendimento no Brasil: Speed​​Drifters, jogo de corrida multiplayer online para smartphones que recentemente atingiu o pico de dois milhões de usuários na China. Desde julho, o Speed ​​​​​​Drifters terá seu primeiro campeonato nacional nos servidores brasileiros – ainda sem data oficial – e uma premiação de R$ 33.000.