Telegram assina acordo com TSE sobre fake news

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O acordo acontece após o app quase ser banido do Brasil na última semana por não canais que espalhavam fake news bloquear (Crédito: Pixabay)

Nesta-feira (25), o Telegrama de adesão ao Programa de Mensagens Permanente de Declaração Permanente de Termo de adesão ao Programa de Justiça Eleitoral, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O acordo acontece após o aplicativo quase ser banido do Brasil na última semana por não bloquear canais que espalhavam notícias falsas.

“A finalidade da parceria é disputar os conteúdos falsos relacionados à JE (Justiça Eleitoral), diz ao processo eletrônico de diferentes fases de votação, ao processo nas diferentes fases e aos atores envolvidos”, diz a eleição do sistema eleitoral do tribunal. O termo de adesão foi feito gratuitamente e não tem compromissos financeiros ou transferências de recursos entre o Telegram e o TSE.

Nesta terça-feira (22), o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, invejoso ao representante do aplicativo no Brasil, Alan Campos Elias Thomaz, um ofício com um convite para uma reunião virtual na quinta-feira (24) para debater a adesão ao programa. Na ocasião, havia informado que levaria a proposta de aos executivos do Telegram, acrescentando que o aplicativo está empenhado no combate às fake news.

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O Telegram era o único entre os principais aplicativos de mensagens e redes sociais que não havia fechado ainda uma colaboração com o TSE com vistas à campanha eleitoral deste ano. O Programa existe desde agosto de 2019, a experiência de reuniões2018, e para se preparar para as Eleições 2022. A parceria do TSE se dá com diversas plataformas e redes sociais como Google, Facebook, Instagram e WhatsApp.

Suspensão

O Telegram chegou a ser alvo de uma suspensão no Brasil, determinado pelo Supremo Federal (STF). O Diário da Justiça determinou na sexta-feira da semana passada o Tribunal da Justiça Alexandre de Moraes a suspensão integral do descumprimento de determinação de bloqueio e de ministros comunicadores ao blogueiro bolsonarista produção Allan Santos, considerado foragido da investigação no inquérito que investiga milícias e de notícias falsas.

No domingo, revogou-se a decisão de apresentação do Telegram após o aplicativo de ordens do STF que estavam pendentes. Nesse meio tempo, Pavel Durov, fundador e presidente-executivo do Telegram, publicou um pedido de desculpas endereçado ao Supremo.


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