Aumento nos preços? O que pedidos de Hang e aliados podem mudar na AliExpress, Shopee e Shein – Money Times

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Shopee
De acordo com os especialistas, os consumidores podem aceitar a aprovação de mudanças nas normas tributárias seguidas pelas estrangeiras (Imagem: Shutterstock/AnaLysiSStudiO)

Plataformas de venda estrangeiras, como AliExpress, mercado livre, Ela dentro, Shopee e Wish, são alvos de por parte de representações e representações de varejo brasileiro.

O grupo de negócios por Luciano Hangdono das lojas Havane Alexandre Ostrowiecki, presidente da Multilaser (MLAS3), um ofício à Procuradoria-Geral da República (PGR) na última quarta-feira (23) com supostas ilegalidades praticadas pelos concorrentes internacionais.

De acordo com o jornal O Globoapós apresentarem o documento chamado “Contrabando digital” ao alto escalão do Governo Federalo Ministério da Economia iniciou uma elaboração de uma medida provisória a fim de combater o “camelódromo digital” realizado pelas empresas.

Entre os principais credores do grupo estão a tributação de US$ 50 com valor abaixo de US, recolhimento de impostos via IOF pelo intermediador de pagamento e instituição, aplicação de alíquota mínima de 80% e fim da isenção fiscal de produtos remetidos e recebidos por pessoas físicas (“De minimis”).

Impactos da MP

Em entrevista ao Tempos de dinheiroAna Carpinetti e William Crestani, pesquisador do Núcleo de Estudos Fiscais da Fundação Getúlio Vargas (FGV)explica como normas tributárias se aplicam às publicações veiculadas pelas empresas atualmente.

“Essas retribuições usufruem de um regime tributário mais simplificado. Então, uma pessoa física importa uma pessoa com valor até determinado, ela consegue fazer essa transferência com menos tributos incidentes”, afirma Carpinetti.

Segundo os advogados do foco dos veículos nas empresas, ou mercadorias de baixo valor, que representam o país nas consultas por consumidores comuns.

Além do fim da isenção fiscal desses produtos, o ofício direcionado à PGR também solicita a aplicação da alíquota mínima de 80%, de acordo com o Regime de Tributação Simplificada na distribuição. Com as novas taxas, as se equiparariam com as empresas instaladas no Brasil.

Entretanto, segundo William Crestani, o aumento de tributos não tem um efeito positivo sobre crimes de contrabando e descaminho ao redor do mundo.

“Esse é um problema que afeta o Brasil e muitos outros países. O que os estudos e experiências reveladas são que aumentar a tributação em geral não gera impactos de combate ao contrabando e descaminho. Pelo contrário, isso pode até estimular alguns agentes”, diz.

Com uma aprovação possível da medida, ambos concordam que os consumidores sentiriam no bolso um aumento relativo nos preços dos produtos. Mas nada que afetasse consideravelmente como operações das empresas não Brasil.

“Essas empresas viram aqui um mercado consumidor muito interessante. Então, ao contrário do que imaginar, acompanhados a um especialista. “É muito planos de negócios, inclusive, que são nossas companhias a absorção de possíveis novos novos”.

Antigas alianças

Quando questionados sobre a priorização do tema pela equipe econômica do governo e pela própria Receita Federal, Carpinetti e Crespani enxergam um viés político por trás das possíveis medidas do governo. “A gente sabe que essas empresas ganham muito espaço no mercado brasileiro nos últimos anos, e isso chamou a atenção dos concorrentes”.

Luciano Hang
Luciano Hang durante a CPI da Covid após ser acusado de financiar a divulgação de informações falsas (Imagem: Edilson Rodrigues/Divulgação via REUTERS)

O empresário catarinense Luciano Hang, que lidera a comitiva de empresário de dados, é um aliado político de longa data de Bolsonaro. A aliança entre ambos ficou evidente durante as resultados de 2018 e ganhou repercussão durante a pandemia da Covid-19, com ambos defendendo métodos ineficientes de tratamento para a doença.

Para demais especialistas, um fator crucial que reúne como lideradas por Ostrowiecki é a baixa presença no ambiente digital. “Outras empresas como Amazonas, Magalu e FastShop parece estar de acordo com os termos na legislação atual”, erigida fontes, que não quiseram se identificar, ao Tempos de dinheiro.

“A estratégia adotada por algumas empresas que não aceitam a forma como o mercado e a concorrência tem se estabelecido é de certas normas e categorizá-las como ‘inimigas do Brasil’. Mas não é assim que a economia mundial funciona”, destacam-se.

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