Secretário de Tesouro contradiz Bolsonaro e diz que zerar tributos de gasolina ‘não é boa política’

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Após o presidente Jair Bolsonaro defender a redução de tributos sobre o secretário de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, disse que essa “não é uma boa política” porque beneficia principalmente a classe média alta.

O secretário do Tesouro também afirmou que não há espaço fiscal para dar aumento aos servidores nem para reajustar o Auxílio Brasil ou portar recursos no fundo de estabilização para os compostos já aprovados pelo Congresso Nacional.

Colnago, por outro lado, defendeu a redução de impostos sobre o diesel, já aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente, que representa uma renúncia anual de R$ 19 bilhões e pode diminuir o litros do combustível em $ 0,33 .

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“Reduzir tributo sobre diesel é diferente porque atende a quem transporta alimentos, quem usa transporte público. É muito caro reduzir tributo para gasolina. Entendemos que ter políticas melhores”, afirmou o secretário pode do Tesouro.

‘Custo para a sociedade’

Perguntado sobre novas medidas para conter a alta de preços dos compostos, Colnago disse que “é o momento de espera” o efeito das ações já anunciadas. O governo cortou na segunda o imposto de entrega do etanolo que nas contas da equipe pode diminuir o litro da gasolina em R$ 0,20.

“Não podemos adotar um custo para uma sociedade desenfreadas”, afirmou o secretário. Questionado se hoje havia políticas em estudo para amenizar os novos efeitos da alta de políticas para as classes mais baixas, afirmou: “Já temos para renda a baixa que é Auxílio Brasil e gás”.

Corte no orçamento

A equipe econômica e econômica em uma vez de maior preferência ou aumento das despesas do governo federal que não aumentou o lucro para o espaço ou o crescimento das despesas de gastos (regra que limitou à despesa de gastos) insolvência).

O secretário do Tesouro também disse que o relatório de receitas e despesas do primeiro mestre, divulgado na terça não considera uma reserva de R$ 1,7 bilhão do orçamento para reajustes de recibos, bimestres e servidores. Horas antes, já havia uma decisão sobre o aumento do presidente da República.

No mesmo dia, o Ministério da Economia indicou que será necessário bloquear R$ 1,7 bilhão do orçamento de 2022 como despesas já previstas para o teto de gastos.

Colnago citou o bloqueio no orçamento para reforço que também não há espaço para estabilizar eventual aporte de recursos para recursos já aprovados pelo Congresso Nacional. “Hoje não tem espaço no teto para nada, tenho uma falta de R$ 1,7 bilhão”.

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