Não, a Rússia não vai desacoplar seu módulo orbital da ISS

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A Guerra contra a Ucrânia afetou duramente a Rússia, tanto por uma campanha que se arrastou por mais tempo do que o previsto, quanto por sua análise ajustada ao país em diversos setores. Ironicamente, o programa do país, que foi estrangulado e imune aos conflitos políticos, foi estrangulado pelo diretor da Roscosmos Dmitry Rogozin, que adora meter os pés pelas mãos.

Um burocrata sem experiência aeroespacial, que será próximo o comando da Roscosmos por próximo amigo do presidente Vladimir Putin, todos os últimos projetos de parceria pela outras nações, incluindo um contrato da Starlink, para lançar a outras nações, incluindo um contrato da Starlink, para lançar a outras nações leva de sua constelação de satélites de baixa órbita.

Visão dorsal do Segmento Orbital Russo (ROS) da ISS, em foto da cápsula Crew Dragon Endeavor após desacoplar da estação, em 8 de novembro de 2021 (Crédito: NASA)

Visão dorsal do Segmento Orbital Russo (ROS) da ISS, em foto da cápsula Crew Dragon Empreendimento após desacoplar da estação, em 8 de novembro de 2021 (Crédito: NASA)

Faltando dias para o lançamento, a Roscosmos embarreirou o projeto Unido, foi incluído como sua condição, que o Reino com a participação da OneWeb sendo que o governo britânico a companhia da falência em primeiro lugar. Lógico que tal pedido não seria atendido, e não seria atendido .

Como resultado, os russos não só embolsaram a grana, como ficaram com os 36 satélites que já estavam na base de lançamentos de Baikonur, no Cazaquistão, país esse aliado da Rússia. A OneWeb considera perdidos, pois perdeu totalmente o rastro dos componentes.

De qualquer forma, a companhia já se acertou com a SpaceX, sua concorrente direta, para os resultados finais; Elon Musk, claro, conta a grana dos rivais e agradece aos russos.

O estado atual do programa russo é de uma pária completa, mas Rogozin acredita piamente que a Rússia pode se tornar completamente sozinha no espaço, talvez contando com ajuda da China, oficialmente em cima do muro quanto à questão da Ucrânia. atitude Tal é basicamente por orgulho, visto que a União Soviética foi o chegar a um espaço antes dos Estados Unidos e uma primeiragra série de feitos a Sergei Korolev), até a chegada à Lua.

Isso explica uma série de ameaças publicadas por Rogozin nas redes sociais direcionadas à Estação Espacial Internacional, visto que o diretor da Roscosmos bate na tecla de removedor a Rússia dos acordos de cooperação com algum tempo, devido ao desentendimento sobre o Programa Artemise ressalvas feitas às cápsulas Soyuz.

A grande verdade é que o programa espacial russo está capengando há um bom tempo, mas é preciso manter as aparências de qualquer maneira. Com a Invasão à Ucrânia e a onda de Rússia destacando-se contra a, Rogozin entrou em um vociferador ameaçador à Rússia da Rússia da ISS, incluindo inclusive o Segmento Orbital Russo (ROS), uma porção controlada pela estação, será. . desacoplada.

A conta oficial da Ria Novostiagência de notícias controladas pelo governo russo, chegou a publicar em seu canal no Telegram um vídeo, produzido pela Roscosmos, em que os cosmonautas russos separam o ROS do resto da ISS, deixando o astronauta norte-americano Mark Vande Hei para trás.

Claro que o vídeo é uma sátira questões políticas em terra, mas os países envolvidos em conflito nunca levaram suas desavenças para o espaço, por pior que a situação diplomática apenas. O problema é que Rogozin não é um cientista, e sim um político, e vai fazer o que um político faz. Nisso, ele arrastou a Roscosmos e todo o programa espacial russo para o buraco.

De qualquer forma, há uma série de pontos a considerar, para entender que uma ideia separada do módulo russo da ISS não é viável:

1. A União faz a Força

A ISS foi definida para operar de modo interdependente onde os módulos não podem operar de forma independente, pois cada um executa uma função essencial. O ROS, por, é o responsável pelo sistema de propulsão, controle de manobras para desviar detritos, mas é o módulo principal, fornecido pelos Estados Unidos, que possui o giroscópio responsável por controlar e orientar como exemplos de manobras.

Estação Espacial Internacional (Crédito: Divulgação/NASA)

Estação Espacial Internacional (Crédito: Divulgação/NASA)

Além disso, o módulo-americano é o que produz e redireciona a energia norte captada pelos painéis, necessário que o ROS funcionar pode funcionar para a energia solar, além disso. Embora possuísse sistemas de suporte a vida e poder ser controlados por suas agências independentes em solo, um não pode operar em sua totalidade o outro.

No cenário de um desacoplamento de energia em pouco tempo, o módulo mesmo receberia sem elementos propelentes em missões de carga. Já a ISS se tornaria uma estação estática, sem capacidade para manobrar, e no momento a Rússia não têm os meios para prover upgrades de emergência ao ROS. A NASA Faça-los do seu ladomas resta saber se haveria vontade política para isso.

Por fim, as travas que mantêm o módulo russo ao americano são fixas dois lados, e não depende apenas dos cosmonautas fechar uma escotilha, soltura os fechar uma escola e dar tchau. Para um desacoplamento completo e seguro, é preciso que os astronautas do outro lado também colaboram, e isso só seria possível em um cenário onde todos chegariam a um, o que é claro, não vai acontecer.

E geralmente, astronautas são alheios a questões políticas, como bem pensados ​​os recém-chegados cosmonautas russos à ISS:

Cosmonautas russos chegam à ISS usando uniformes amarelos com músicas azuis, cores da bandeira da Ucrânia;  Moscou disse se tratar de

Cosmonautas russos chegam à ISS usando uniformes amarelos com músicas azuis, cores da bandeira da Ucrânia; Moscou disse se tratar de “coincidência” (Crédito: Reprodução/Roscosmos)

Claro, há quem diga que os uniformes foram um problema de tempo por simultâneo de Moscou, que projetou para o dia da missão, 18 de março, uma parte intensa pela capitulação da Ucrânia celebraria em missão os 8 anos de tomada da Crimeiaconcluído no dia 18 de março de 2014.

O governo russo nega que os cosmonautas, que tinham direito de decidir pela cor dos uniformes, fizeram uma mensagem de apoio à Ucrânia, se limitando a dizer que “às vezes, amarelo é só uma cor”.

2. A boa e velha burocracia

A ISS é registrada por um documento chamado Acordo Intergovernamental para a Estação Espacial Internacional (cuidado, PDF), assinado em 1998 pelas 15 nações responsáveis ​​pelo projeto. O IGA, como é conhecido, foi acordado entre EUA, Europa, e Japão, mas com o fim da União Soviética, governo norte-americano essencial trouxe a Rússia para o acordo.

Os dois motivos: o primeiro e mais crítico, eram aqueles que investigavam as atividades civis que continuam trabalhando em aeroespacial e em outras nações, ao invés de permitir que eles ofereçam seus conhecimentos militares, especialmente em ICBMs, em outras nações. O segundo, que era secundário, era manter o legado soviético em exploração espacial.

Os acordos de acordo com os EUA Rússia foram firmados em 1992, e concretizados no IGA em 1998. O documento que cada módulo, inovador por sua nação de origem, seja reconhecido como parte do país correspondente. Basicamente, o ROS é parte legal do território da Rússia, assim como o americano é território dos EUA, e daí por diante.

Mesmo com a Rússia sendo “dona” do seu módulo na ISS, o país possui funções legais que deve cumprir o país para a manutenção da função, assim como os EUA e as 13 demais nações, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda/Países Baixos (é complicado), Noruega, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido.

Enquanto a Roscosmos pode terminar contratos comerciais com empresas como a OneWeb sem maiores do que as atuais, a se removedor da ROS, criaria um conflito internacional e um diplomático sem precedentes, o que renderia aos atuais país a pecha de persona non grata na exploração espacial em projetos de larga escala com outras nações, que perduraria por décadas.

Se a situação já não é boa, ainda não há espaço, com ninguém, os suspeitos da Rússia habitual, como a China, aceitando fazer parcerias com Moscou no que diz respeito à exploração do Cosmos.

3. Putin manda, não Rogozin

Este é o ponto principal. Rogozin tem carta-branca do governo russo para fazer o que lhe der na telha, referente a acordos e contratos comerciais da Roscosmos com outros países e empresas externas, mas quando o assunto são tratados internacionais, ele não tem poder de nenhuma publicação.

Todas as medidas possíveis de acordo com o alto nível da Rússia, uma saída possível com a operação da Rússia de acordo com o ROS, passam por todas as instâncias da palavra final do ROS Putin.

Dmitry Rogozin (esq.) e Vladimir Putin conversam em voo ao cosmódromo de Vostochny, em foto de 4 de setembro de 2021 (Crédito: Alexey Druzhinin/Sputnik/AFP/Getty Images) / Rússia

Dmitry Rogozin (esq.) e Vladimir Putin conversam em um rumor ao cosmódromo de Vostochny, em foto de 4 de setembro de 2021 (Crédito: Alexey Druzhinin/Sputnik/AFP/Getty Images)

Resumindo, nada será que contrarie sua vontade. Ao mesmo tempo Putin não dá atenção para o que se passa para a cabeça de pré-ver no momento, mas é muito provável, que não a Roscosmos e não tenha atenção, que não está à invasão da cabeça de Putin como planejado ou planejado.

Voltando à outra nação, principalmente desafetos, para continuar com o legado, exceto colaborações de aliados políticos, de novo, China sendo o candidato a parceiro no futuro.

No mais, é certo que Moscou terá que lidar com problemas mais mundanos a curto prazo, desde o início econômico, que a prazo, duramente a população à perda do potencial bélico. A Uralvagonzavod, empresa principal fabricante de tanques, paralisou sua produção por falhas na cadeia de suprimentos.

No que tange à Roscosmos, ela não deve estar em uma forma melhor que isso, para manter o ritmo saudável de missões. E sair dos acordos que envolver a ISS não ajuda em nada.

Fonte: Ars Technica

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