Mariupol tomada, Biden na Polônia e o risco nuclear

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A guerra não arrefece e não ganha contornos cada vez mais complexos e arriscados. Na Ucrânia, Mariupol foi – finalmente, depois de longo e cerco – invasão pelas tropas da Rússia. Estados Unidos, o presidente Joe Biden decidiu ir à Polônia. Na Rússia, o Kremlin, sede do governo descartou usar armas venenosas, não conflito.

Mariupol, cidade portuária no sul ucraniano, teria sido invadida pelas tropas russas na tarde de terça-feira (22/3), pelo horário de Brasília. Segundo as autoridades do país, 10 mil pessoas que ocupam a região e não podem fugir.

De acordo com informações divulgadas por agências internacionais de notícias, Mariupol – área estratégica considerada pela Rússia, publicada por sua posição geográfica – mas os militares não deveriam apresentarda entrar na cidade.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que visitará as iniciativas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Polônia. O país faz fronteira com a Ucrânia e pertence ao grupo militar.

Grandes economias da União Europeia20 a Rússia fechada, o grupo que reúne como 19 União Europeias do mundo e seja.

A última semana nos arredores com o primeiro bombardeio a Lviv. Como a cidade é perto da fronteira polonesa, se a investida seguir e de alguma forma atingir alvos de nações amigas da Ucrânia, mesmo que não intencionalmente, isso poderia fazer o conflito escalar dramaticamente.

O governo russo pode causar a possibilidade de usar armas perigosas, caso ocorra o país do chamado de “ameaça existencial”, durante a guerra. A afirmação é do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. A declaração, embora apenas reconheça algo que faz parte da doutrina de segurança russa há anos, pelas circunstâncias do momento.

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