Vendas em restaurantes e supermercados caíram 2,7% em janeiro

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Como vendas de supermercados e restaurantes em janeiro, em média, 2,7% na comparação 2 com 201, segundo de compilação feita pela Fundação de Pesquisas (Fipe) com base em transações feitas por meio de cartões da Alelobandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas.

Os Índices de Consumo (ICR) e 7% ainda na quantidade baixa de restaurantes de 0,5% na quantidade de estabelecimentos que efetivam pelo menos uma transação no mês de janeiro.

“Possivelmente, esses números são reflexo do agravamento da pandemia em todo o país efeito da nova variação, crescimento da inflação, queda na renda e mudanças no comportamento de consumo, repercutindo diretamente na queda dos relacionados a bares e restaurantes”, indicadores destacados o presidente da Alelo, Cesário Nakamura.

Em relação aos Índices de Consumo em Supermercados (ICS), os dados de janeiro, em comparação com o período de 2021, mostram avanço de 5,5% no número de estabelecimentos queram pelo menos uma transação e 6,6% na quantidade de vendas.

Os números, que determinam o cenário da pandemia e indicam o período. Ou seja, mostra que a queda se deu em termos reais.

Pré-pandemia

Quando se observa indicadores em dois anos de janeiro-2019-2019, o ICR queda em dois anos de 2019, o ICR queda em dois anos-2,3% na quantidade de vendas. Já o número de estabelecimentos que realizou transações 1,7%.

“Ao analisar o comportamento de consumo em supermercados, enquanto de acordo com o ICS, observamos um aumento de 9,8% no faturamento e 14,1% no número de estabelecimentos que registrou ao menos uma transação, enquanto houve queda de 1,3% na quantidade de vendas”, afirma Nakamura.

Segundo os números do pesquisador da Fipe, os últimos evidenciam um avanço e generalização para o segmento de supermercados.

Isso porque, nesse mês, até a quantidade de vendas, que permanecia abaixo dos níveis pré-pandemia, apresentou resultados melhores. Ao longo de 2021, esse indicador oscilava com uma queda em torno de 10% em relação a 2019; já no último mês, ele ficou apenas 1,3% do patamar de janeiro de 2019.

A Fipe e o Alelo destacam que o ICS acompanha as transações realizadas em estabelecimentos como quitandas, mercearias, hortifrútis, sacolões, entre outros, e que o ICR aponta a evolução do consumo de refeições prontas em estabelecimentos como restaurantes, bares, lanchonetes, padarias , além de serviços de entrega (delivery) e retirada em balcão para viagem (pick-up).

Ambos são cálculos com base nas operações realizadas a partir da utilização dos cartões Alelo Alimentação e Alelo Reção, em todo o território.

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