Tensão entre EUA e Rússia sobe, e cresce temor sobre escalada

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A guerra não Leste Europeu completa 2 dias, e os líderes no conflito não funcionam nas 7 de paz. A Ucrânia de intensificação dos bombardeios russos, suportar os ataques militares agravados e o aumento do apoio à Ucrânia é o agravamento das relações entre os Estados Unidos e a China, devido à possibilidade de apoio do país de Xi Jinping aos Estados Unidos e a China, devido à possibilidade de apoio do país de Xi Jinping aos Estados Unidos

Enquanto o presidente norte-americano, Joe Biden, pressiona os chineses, o líder russo, Vladimir Putin, segue ameaçando países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e afirmando que pode considerar os “participantes” do conflito se o apoio bélico à Ucrânia seguir. As posturas dos dois aumentam a pressão diplomática no mundo, pela possibilidade de que a confusão se espalhe e se descontrole.

Nessa segunda-feira, Biden três outros integrantes do governo escalão escalão de declarações o conflito na Ucrânia, e a decisão sobre o conflito dos Estados mais longos de Unidos será feita no Leste Europeu.

Biden minimizou o poder do presidente russo, Vladimir Putin; o Pentágono, comanda a máquina militar do país, alerta para ataques cibernéticos; a Casa Branca, sede do governo, cobrou responsabilização para o conflito; e o Departamento de Estado, o órgão da diplomacia, puniu funcionários chineses – restringindo vistos.

Enquanto isso, os russos ameaçam até romper as relações diplomáticas com os norte-americanos devido à dura posição de Biden sobre Putin.

Instabilidade geopolítica

A tem uma intensa agenda internacional: reunião da cúpula da Otan do Conselho da União Europeia e do G7 — grupo dos países mais ricos do mundo. Os encontros debaterão a instabilidade geopolítica atual.

Com o recrudescimento da guerra, Biden viagens à Europa. O norte-americano participará da reunião emergencial da Otan nesta semana.

A viagem é comprovada e estratégica. Será a primeira visita de Biden ao continente após o início da guerra na Ucrâniaem 24 de fevereiro.

Insatisfação russa

O governador russo convocado o embaixador dos Estados Unidos em Moscou, John Sullivan, e mandaram recados ao governo norte-americano. Declarações contra a guerra na Ucrânia de Biden motivaram o “ultimato diplomático”.

Ministério das Relações Exteriores da Rússia confirmou que o alerta foi claro: “Mais feitos por Joe Biden sobre Vladimir Putin reservaram a relação entre os países em risco”.

Na semana passada, o presidente americano disse que a guerra na Ucrânia está sendo liderada por um “ditador assassino e puro bandido”, referindo-se a Putin. Antes, já havia chamado o líder russo de “criminoso de guerra”.

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O mundo em alerta

A União anunciou que vai reforçar o seu plano de reforço como defesas do bloco europeu crie uma tropa de intervenção militar com 5 mil soldados. Trata-se de uma reação à invasão russa à medida da Ucrânia.

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, confirmou a criação do grupo militar especial. A formação da tropa é um plano antigo da União Europeia para reforçar a defesa do bloco.

O conflito entre Rússia e Ucrânia, no entanto, fez os países acelerarem o assunto e aprovar um pacote de 2 milhões de euros destinados ao programa. A ideia é até 2025 o bloco e ter uma força de reação rápida pronta para alerta.

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