países preparam mais pacífico, e acordo de paz em paz

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A no Leste Europeu já está na quarta semana e sem sinais de guerra que a irá diminuir. Enquanto avançam e fazem mais vítimas, a política e a diplomacia tentam, sem sucesso, costurar uma forma pacífica para colocar fim ao conflito entre russos e cranianos.

O presidente Ucrânia Volodymyr Zelensky, cobroute mais geral contra o comércio, boicote geral contra o comércio russo. É mais uma tentativa de frear a investida das armas enviadas pelo presidente russo, Vladimir Putin.

A União e os Estados Unidos estudam mais duramente contra a Rússia. Os norte-americanos, por exemplo, começam a cercar aliados dos russos.

O governo dos Estados Unidos aplicou uma sanção diplomática contra funcionários da China. A medida foi anunciada pelo secretário do Estado americano, Antony Blinken. Teoricamente, uma restrição vista de funcionários chineses deve-se ao histórico (ruim) da China na área de direitos humanos, mas a decisão foi vista como uma reação à aproximação de Xi Jinping e Putin.

Zelensky defendeu que um acordo de cessar-fogo com a Rússia deve ser aprovado pelos ucranianos em referendo popular.

Para ele, temas como garantias de segurança e territórios ocupados, a exemplo das regiões de Donbass e Crimeia, têm de ser para a população.

A guerra está prestes a completar um mês. Áreas urbanas cheias de civis são alvo de intensos bombardeios. Um shopping foi atacado e pessoas. O mais recente balanço do governo ucraniano aponta 400 escolas e 110 hospitais destruídos durante o conflito.

A União Europeia anunciou que vai reforçar o seu plano de reforço como defesas do bloco e criar tropa de intervenção militar com 5 mil soldados. Trata-se de uma reação à invasão russa da Ucrânia.

Confira, a seguir, os principais fatos da segunda-feira (21/3) selecionados pelo Metrópoles.

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