MPF pede a improbidade de Bolsonaro e Wal do Açaí por improbidade administrativa – Money Times

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A ação enviada pede que Bolsonaro e Wal do Açaí sejam condenados pela prática de improbidade administrativa (Imagem: Isac Nóbrega/PR)

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua ex-funcionária Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do Açaí“, na tarde desta terça-feira (22).

A ação enviada à Justiça Federal em Brasília DF pede que ambos sejam condenados pela prática de improbidade administrativa, além do resarcimento dos recursos públicos comumente desviados.

Walderice ocupou o cargo de secretária parlamentar do gabinete de Bolsonaro em Brasília entre 2003 e 2018, quando ele ainda era deputado federal.

Ela foi exonerada em agosto daquele ano, após a folha de sao paulo Que a secretária nunca havia sequer estado na capital do país ou qualquer função relacionada à carga.

Wal também foi flagrada na praia vendendo açaí durante o horário em que deveria estar, em tese, cumprindo o expediente na Câmara dos Deputados.

A investigação ainda particular da sua casa, tanto particular quanto Wal como seu marido, prestavam serviços particulares para Mambucaba, prestavam sua casa e dos cachorros.

Conta de Wal do Açaí

Segundo o MPF, foram identificadas movimentações atípicas nas contas bancárias de Walderice. Mais de 80% da recepção recebida como correspondência foi sacada em espécie longa do período. Em alguns anos, foram cerca de 95%.

Além disso, o MPF atesta que Bolsonaro sabia que um secretário não prestava os serviços correspondentes à carga, sendo então uma fun fantasma.

Ainda assim, o ex-parlamentar teria no estado uma suposta frequência de atraso em seu gabinete, para confirmar a jornada de trabalho pela Câmara dos Deputados, é de 40 horas, possibilitar o pagamento dos deputados, e, assim, contratos.

De acordo com o Ministério Público, como conduta de ambos, “em especial, o ex-deputado federal e atual presidente da República Jair Bolsonaro, desvirtuaram-se demasiadamente do que se espera de um agente público”.

“Nenhum exercício parlamentar, não traiu a confiança de seu gabinete ou de seu gabinete de decoração, como mandatário, ao desviar verbas públicas de apoio ao público a remunerar”,

Na ação distribuído à medida do Distrito Federal, o MP ainda tem como objetivo os atos de improbidade do presidente da República antes da posse de Bolsonaro não serem contemplados pela imunidade prevista no art. 86, § 4º, da Constituição Federal, que está restrita à esfera penal, nem se modifica em crimes de responsabilidade com a assunção do mandatório presidencial.

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