Servidores das forças de segurança de MG fazem ato por aumento

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Servidor das forças de segurança de Minas Gerais nesta segunda-feira (21) um protesto para reivindicar recomposição salarial. Há um mês a categoria tem atos realizados na capital mineira, Belo Horizonte. A proposta com reajuste de 10,6% apresentada pelo governo foida pelos trabalhadores das forças mineiros.

“[O governador Romeu Zema] acha que nós, servidores da segurança pública, não merecemos ter recomposição das espécies inflacionárias. Então vamos manter unidos, não vamos levar os nossos sozinhos para o presídio, não vamos ficar em nossa delegacia sozinhos, não vamos fazer a investigação sozinhos, não vamos sair em viaturas sem condições de trabalho e não vamos medir a mão em bolsos para comprar insumos básicos para as delegacias”, afirmou o assessor do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindipol-MG), Wemerson Oliveira, durante ato nesta segunda.

Servidores alegam ainda que a recomposição salarial foi pactuada com o governo mineiro em 2019. Na ocasião, o acordo prévio reajustes de 13% em 2020, 12% em 2021 e outros 12% em 2022. Apenas a primeira parcela foi paga. A categoria afirma que é ativa e mobilizada para que o rea assegure a posição de três todas as espécies perigosas dos últimos anos dos melhores condições de trabalho.

Por meio de nota, o Governo de Minas afirmou que “acompanha a manifestação dos servidores de segurança e reitera que prioriza o processo de negociação e diálogo”. Segundo o Executivo mineiro, desde 2019, houve aumento de 60% no aumento da segurança pública em Minas Gerais.

“Um autor de mais de sete mil contratações também é resultado de exercícios na área das condições de segurança dentro do que a lei permite o governo mineiro, por meio de comunicado.

Reajustar

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aguarda a votação da proposta de Romeu Zema, enviada na semana passada. O projeto prevê revisão salarial de 10,06% para todos os servidores públicos e militares do Poder Executivo local. Nesta segunda-feira, a proposta será designada pela Comissão de Constituição e Assembleia.

O texto considera que a revisão corresponde à inflação do preço ao consumidor Amplo (IPCA) no ano de 2021. Incluindo o aumento dos servidores porcentuais e pensionistas com direito à paridade, além dos servidores em cargas comissionadas, com Funções gratificadas ou gratificações de função.

O projeto prevê, ainda, um aumento para quatro parcelas do abono muito ou auxílio vestimenta para a força de segurança, passando os valores a receber dos atuais R$ 1,8 milhões por R$ 8 milhões. O Governo de Minas informa que o projeto contempla percentual de reajuste permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).


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