Fundos investem em ações de empresas com mais mulheres; falta de opção é gargalo

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Eles ainda podem ser contados no dedo de uma mão, mas têm o trunfo de serem os primeiros de uma tendência que tem todos os sinais de que vem para ficar.

Trata-se dos primeiros fundos do Brasil que investem apenas em participação em ações de empresas que possuíam relevância de mulheres em suas lideranças, como diretoras ou conselheiras, ou que tenham suas políticas consolidadas de diversidade de gênero. São quatro os principais a fazer isso no mercado brasileiro atualmente.

De um lado, há uma demanda crescente de uma parte dos investidores por opções de aplicações projetadas com os princípios projetados ESG (“me, sociedade e governança”, em inglês), e o ambiente pela igualdade de cargas e funções entre homens e mulheres é um dos pilares da agenda.

Do outro lado, porém, mesmo que queiram criar um novo produto com foco em participação feminina, Ainda que sejam pequenas opções de gestão no Brasil, são devidos o número de empresas pequenas, que são pequenas de empresas pequenas, porque são devidos a um número de empresas pequenas, que são relativamente pequenas para as mulheres que são delas.

Só duas das 90 empresas do Ibovespa, por exemplo, têm CEOs mulheresenquanto 85% das cadeiras dos conselhos de administração são ocupados por homens, de acordo com um levantamento feito pela Teva Indices para o CNN Brasil Negócios.

“A quantidade de princípios nos Estados Unidos e outros mercados mais desenvolvidos é enorme, enquanto o Brasil mal tem 400; Já coordenadores com coordenador um Yoshinága do Centro de Finanças da Fundação Getulio FG).

“Há uma ou outra que são lembradas por fortes presenças femininas, como o Magazine Luiza [que tem o conselho presidido pela fundadora Luiza Trajano]mas, fora essas, o que mais a gente tem?”

Yoshinaga também que, como uma amostra ainda muito pequena no Brasil, também é difícil mensurar o quanto os fundos dedicados a lideranças femininas conseguem de fato ter uma performance melhor do que o mercado tradicional. Em alguns momentos eles saíram melhores que os índices de referência, em outros saíram piores.

“Todos têm vontade de saber se é uma estratégia que dá mais dinheiro ou que tem menos risco, mas ainda temos limitação de dados para conseguir mensurar isso”, diz um pesquisador.

O fato de serem poucos fundos e ainda com vidas curtas é citado por ela como um limitador. O mais antigo, do Banco do Brasil, é de 2018, e o mais recente foi lançado na semana passada pelo Safra.

“Também há muita diferença setorial”, acrescenta Yoshinaga. “Empresas de varejo e diversidade, por exemplo, têm mais participação de mulheres do desempenho, ou siderúrgicas, e não dá para separar ainda as diferenças de eventos por conta da política de desempenho combinado ou por efeitos de cada setor.”

Os primeiros

Os dois primeiros fundos que olharam para empresas com lideranças femininas foram lançados pelo Banco do Brasil a seus clientes em setembro de 2018: o BB Ações Equidade eo BB Ações Equidade Privada.

Eles também trabalham com companhias aéreas da bolsa brasileira e também com políticas de equidade entre seus colaboradores. Magazine Luiza, Vivo, Itaú, B3, Vale e Petrobras, no Brasil, além de Johnson & Johnson, Pepsico e P&G, no exterior, são algumas ações nas carteiras.

De lá para cá, os dois fundos renderam 39% e 41%, respectivamente. No mesmo período, o Ibovespa subiu 51%.

Os fundos especiais do BB, porém, subiram mais que o índice de referência em todos os seus três primeiros anos de vida (de 2018 a 2020). Foi em 2021 e 2022, quando as ações de mercadorias se saíram melhores, que começou uma corrida para o Ibovespa.

Em 2020, foi a vez da XP trazer seu fundo de gênero a mercado, o Trend Lideranças Femininas, disponível para os clientes das corretoras do grupo. Ele replica o SHE, o fundo listado na Bolsa de Nova York (ETF) formado pelas ações das companhias com as maiores proporções de mulheres em suas cargas de gestão.

A decisão a partir de diretamente para o mercado externo se deu justamente pela dificuldade de encontrar variedades de opções no Brasil.

“Lá são mais de 3 mil direitos adquiridos; aqui no Brasil são de 350 a 400 e, na época que criamos o fundo, só 17% ​​delas [menos de 70] tinha pelo menos 2 mulheres no conselho”, conta a chefe de produtos ESG da XP, Beatriz Vergueiro. “Ia ser um produto financeiro difícil de diversificar e pouco atraentemente. No SHE, são de 150 a 170 empresas.”

Netflix, Disney, Nike, Coca-Cola e os bancos Well Fargo estão entre os bancos de companhias que formam o S e o fundo da XP.

Desde seu início, em setembro de 2020, até o fechamento de 2021, o Trend Lideranças Femininas rendeu 33%, ante 41% do S&P 500, o índice com as 500 maiores ciclos menores em Nova York. O fundo da XP usa recursos que anulam os efeitos do dólar no preço das ações internacionais investidas, de maneira que as duas variações ficam diretamente comparáveis.

Versão brasileira

Por fim fim de vida feminino básico, o mais recente dos fundos brasileiros tem duas semanas, o mais recente dos fundos femininos tem duas semanas de tratamento:-se do ELAS11ETF lançado em 8 de março, dia das mulheres, pelo Safra.

Os ETFs – “fundos negociados em bolsa”, em inglês, são fundos que costumam replicar índices e podem ser comprados diretamente na bolsa, como ações. Qualquer pessoa pode investir no ELAS11 diretamente na B3.

Ele acompanha o Teva Mulheres na Liderança, uma cesta com 71 ações da B3 criada pela Teva Indices que, a exemplo do norte-americano SHE nos Estados Unidos, reúne como companhias da bolsa brasileira com os melhores índices de participação de mulheres em suas cúpulas. Vivara, Enjoei, Espaçolaser, Banco BMG e Light são alguns na lista.

“O ELAS11 captou R$ 69 milhões e teve, em nove dias, valorização de 4,9% enquanto o Ibovespa subiu 1,18%”, disse ao CNN Brasil Business o chefe do Safra Asset, Ricardo Negreiros, em nota.

Notas baixas

Apesar de ser o líder de líderes femininas na liderança nacional, a liderança há dois anos, tem que lidar com os líderes de mulheres ao lado de um mercado onde a liderança de mulheres ao lado de um mercado também é a liderança de mulheres ao lado dos homens, onde é ainda nobre.

Para compor o índice, todos os conceitos de acordo com a diversidade e a diversidade de acordos com a diversidade e todas as decisões de mulheres nas diretorias, entre todas as outras decisões de comprometimento com a diversidade e a diversidade. Entre para a lista com as notas mais altas.

Atualmente, uma nota maior, do Banco Santander, é de 44,6 pontos. “A nota máxima é em torno de 100, que seria a empresa que chegou a 50% de participação de mulheres em todos os seus órgãos de governança”, explica o sócio-fundador da Teva, Solly Nissim Sayeg.

Hoje, também de acordo com a base de dados da Teva, só uma das 400 empresas da bolsa brasileira – a pesquisa Marisa – chegou ao número igual de homens e mulheres em seu Conselho de Administração. E isso não considera os executivos das diretorias.

“De fato, um panorama de diversidade ainda muito baixa e, se quiséssemos fazer um índice só com companhias que realmente se ajustam a uma diversidade muito reduzida”, afirma Sayeg. “Por outro lado, estamos vendo avanços.”

Há anos, diz ele, a três proporções de empresas de toda a bolsa brasileira com nenhuma mulher administrativa era de 60% Hoje, esse número caiu para 38%.

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