Disney afastando animações da Pixar dos cinemas e vira alvo de críticas

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A Disney é conhecida mundialmente por seus filmes de animação que costumam encantar o público de todas as idades. Adaptando-se ao novo contexto da indústria, o tradicional estúdio lançou o Disney+, que chegou ao Brasil em meio à Pandemia da Covid-19. Durante o período filmes de isolamento social, os novos da empresa (e das marcas anexadas, como Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic) estrearam no streaming. Porém, começou a reabertura e… veio a polêmica.

Com a volta dos cinemas, o esperado era que a produtora voltasse a lançar suas produções iniciais nos cinemas e, somente depois, no streaming. O que aconteceu, no entanto, foi uma divergência de lançamentos das produções da Disney e da Pixar. Vale lembrar que o responsável por clássicos como Toy Story foi pela Disney2012, mas segue produzindo seus filmes de forma independente do Walt Disney Animation Studios.

Vamos para polêmica: as últimas três animações de sucesso lançados pela Disney foram para o cinema, com destaque suficiente para o cinema Óscar 2022. Somente no ano passado, a empresa lançou Raya e o Último Dragão, Ron Bugado e Encanto. Tanto Raya como Encanto concorrem à estatueta de Melhor Animação.

Em contrapartida, a Pixar também lançou três animações: Soul (2020), Luca (2021) Red: Crescer é uma Fera (2022). Acontece que nenhuma dessas obras foi para os cinemas, tendo seus lançamentos apenas na plataforma de streaming da Disney. E mesmo que não tenha ido aos cinemas, Luca também disputa Melhor Animação no Oscar.

“Dado o mundo atraso da entrega de bilheteria, particularmente para os familiares, a flexibilidade se mantém nenhuma decisão de decisões de distribuição enquanto entregamos conteúdos incomparáveis ​​da The Walt Disney Company para as audiências da Disney, em nota, para justificar o lançamento de Red apenas no streaming.

Paulo Duro Moraes, coordenador do Centro Universitário IESB, ponderou que a Pixar tem produzido de animações para o cinema adulto e, por isso, é viável que como estreias sejam feitas para streaming.

“Uma Pixar [está] cada vez mais [puxando] para os filmes de animação para adultos. Eles estão definindo nichos. Você tirará um adulto [de casa] para assistir uma animação no cinema é muito difícil, o adulto geralmente assiste animação por conta da criança. Eles estão produzindo filmes para adultos, ele não vai sair [de casa] para ver a animação”, explica.

Paulo que os cinemas ainda não vão deixar de existir, mas que serão cada vez mais comuns iniciais e nos streamings: “A pandemia foi um comum. A Covid veio [para] acelerar o processo. O cinema não vai deixar de ter estreias, como Batman, por exemplo. Vai pro cinema, pouco tempo depois vai pro streaming.”

Polêmica

O lançamento de Red: Cre é uma Fera vem preocupado com o gigante do entretenimento. Em conversa com o portal Insider, um dos animadores, que manteve anonimato, pode ser com a decisão da Disney de não lançamento ou longa nos cinemas.

Alma, animação da Pixar

“É seguro dizer que estamos todos decepcionados. Até hoje, todos nós pensávamos que Red – Crescer é uma Fera seria nosso retorno para a tela, e todo mundo no estúdio estava tão animado para esse filme, em particular. Foi um golpe”, alegou.

Outro funcionário da empresa também aceito colaborar “chocado” com a decisão do grupo, que não foi anunciado previamente para os colaboradores da marca. Ainda assim, ele diz entender os motivos pelo qual a decisão foi tomada: “É uma merda, mas eu entendo”.

Além disso, uma outra polêmica: toma conta dos estúdios Disney oos funcionários da Pixar que os executivos da gigante dos filmes afirmaram uma censura de cenas de afeto entre os personagens LGBTQIA+. A revelação foi feita meio de uma carta aberta, divulgada por diversos veículos internacionais.

No documento, os profissionais da Disney afirmam que foram necessários todos os cortes de “momentos de afeto aberto gays, a despeito de protestos dos tempos criativos e da liderança da Pixar”.

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