CVC quer voltar a viajar, se 2022 permitir

0
46

DE OLHO NO FUTURO Para voltar a crescer, o CEO Leonel Andrade aposta em novos serviços, como o aluguel de casas para temporada. (Crédito: Cláudio Gatti)

Maior empresa de capital no mercado de turismo na América Latina atrás apenas da Decolar –, a demanda para viagens de destinos abertos na CVC já alcançados 79% do montante antes da pandemia. No acumulado de 2021, a receita líquida da empresa subiu 59%, para R$ 825,9 milhões, embora o tenha se encerrado no balanço pelo terceiro ano seguido: negativo em R$ 486,7 milhões, com lucro líquido acumulado em R$ 1,3 bilhões em 2019. Em comunicado ao mercado, o CEO Leonel Andrade comemora, no entanto, a redução da dívida para R$ 322,9 milhões, o menor patamar dos últimos dois anos. Somada ao dinheiro com dinheiro, debêntures e aquisições, que se manteve estável no ano (em $ 1,1 bilhão), a dívida do grupo atingiu R$ 1,4 bilhão ao fim do período.

APOSTA ALTA A CVC aumentará os investimentos neste ano para avançar na sua digitalização 20%. (Crédito: Istock)

Tentando se reerguer após a pandemia, o avanço de 40% das reservas no ano passado só se consolidando a partir do segundo trimestre. E 202 não deve aliviar essa pressão, uma vez que a companhia opera mais um início de ano com previsão difícil. Além dos desafios já previstos macroeconômicos e políticos, a onda da ômicron e, mais recentemente, a guerra na Ucrânia devem ter impactos severos sobre o período. Para ganhar e recuperar, a CVC Corp projeta ao menos 20% mais que os R$ 133 milhões aportados em 2021 – o já feito pela companhia – no avanço da sua agenda de transformação digital. Entre as estratégias está ampliando o leque de serviços nas plataformas, como o de locação de casas para temporada, a nova onda do setor.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here