Criptomoedas no front – ISTOÉ DINHEIRO

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Na guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciou no guerra dia24 de fevereiro, quem está mesmo são criptomoedas. A tentativa de negociação rápida de todos os esforços de manutenção do sistema, que incluiu a tentativa de manutenção do sistema, que incluiu a tentativa de manutenção do sistema, que incluiu a tentativa de manutenção do sistema. Em pouco conflito da empresa de investimentos de três criptomoedas com dados integrados23%, segundo Coincidência da empresa de investimentos em ativos digitais. Do outro lado da trincheira, a Ucrânia, sob forte ataque, tentativa de sobrevivência física e econômica, após o fechamento de bancos e valorização da moeda local. Paralelamente, também recorrendo aos criptoativos, elevando isso o volume negociado no período 107%.

Desde que foram criados, em 2008, esta é a primeira vez que as moedas digitais estão inseridas em um contexto de guerra. E por sua forma comum de operar, de maneira descentralizada, sem depender de governos ou bancos, essas moedas conquistam não apenas investidores, mas também quem tenta superar as dificuldades de um conflito armado. “Pela primeira vez na história US$ 100 milhões em doações chegaram rapidamente para ajudar as pessoas na Ucrânia. E isso só pode ser feito por causa das criptomoedas”, afirmou o CEO e fundador do marketplace Conztellation, Isielson Miranda.

Não é a toa que nos dias o valor dos criptoativos, por exemplo, ser lançado no início do último bitcoin, por exemplo, no início de um último de U$ 44, atingindo o maior em um ano de março, atingindo maior em um ano. Segundo Miranda, desde uma alternativa de investimentos, como criptomoedas são muito poderosas para movimentar, diversificar e proteger o patrimônio. “Quando todo o mundo coloca contra um país cuja economia é imensa como a Rússia, a possibilidade das criptos por fora é muito grande. E seria ainda maior se haveria também a troca dessas moedas de pessoa para pessoa, o P2P”, afirmou.

Divulgação

“As moedas virtuais ajudam, mas não conseguem atender completamente uma economia grande como a russa” Isielson Miranda CEO da Conztellation.

Mas as incertezas desse mercado, que normalmente é muito volátil, pioraram afastando os investidores, que preferiram deixar esses ativos por enquanto. Assim, as cotações caíram, voltando ao patamar dos US$ 39 mil. Segundo o CEO e fundador do Monnos Cryptobank, Rodrigo Soeiro, da Rússia e Ucrânia já estavam bem posicionados em criptos. “Por isso, até que custear as operações com isso. Mas ainda há muita incerteza, e a versão ainda pode arriscar muitos investidores”, disse Soeiro.

LIMITAÇÃO vantagens das criptomoedas se relevantes durante a guerra. Mas, para Miranda, tudo tem um limite. “O mercado de criptomoeda hoje gira em torno de US$ 2 trilhões.” Ou seja, a economia russa representa 75% do mercado mundial de criptomoedas. “Não seria possível atender a todas as necessidades”, disse o CEO Conztellation. Ele lembra ainda um segundo problema. “E mesmo que se mercado puder comprar criptos, precisar transformar em outras moedas não será possível, porque o financeiro na Rússia está travado.”

Um impedimento que, especulação-se, tem sido contornado em outros países. Já há informações de que as empresas de criptografia dos Emirados Árabes receberam pedidos para liquidar bilhões de dólares em moeda virtual. Uma das explicações russas é garantida por nossos seguros seguros para suas fortunas. Alguns usariam como criptomoedas para investir em imóveis nos Emirados e outros transformar o dinheiro virtual em moeda forte guardá-lo em outro lugar. Por isso, como para regulares, devem ser realizados. Segundo o fundador da consultoria Spiralem Inovation Consulting, Bruno Diniz, criptoativos ganhandoam as provas por entregas fáceis de circular e inconfiscáveis. “Países como Brasil e Estados Unidos pensam em controles que ajudam a dar mais segurança aos investidores.”

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