Cercada de fake news, aponta o principal desafio do contra a Covid Brasil, Fiocruz

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(Acordo de acordos infantis com 1 de idade dos 5 aos principais anos de idade de 19 é desafio do Brasil, a Nota Técnica de Cobercinal Segundo Grupo de Cobercinal no Brasil, Fundação Oswaldo Cruzocruz).

A nota aponta ainda que, além das crianças, os grupos etários de pessoas com idades entre 12 e 49 anos são os únicos que não têm cobertura de primeira dose da vacina acima de 90%.

Segundo o documento, o Brasil ocupa atualmente a 12ª posição entre os países do mundo com melhor cobertura vacinal, ultrapassando países como os Estados Unidos e o Reino Unido.

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Até 12 de março, 81,8% da população havia tomado pelo menos a primeira dose da vacina e 73,9% estavam com o esquema vacinal completo, com as duas doses ou dose única. Um terço da população, 32,9%, recebeu uma dose de reforço.

Quando há de seguro, no entanto, como válidas, válidas, válidas. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos de idade, 16,4% não tomaram sequer a primeira dose da vacina. Esse grupo é seguido pelo de 40 a 44 anos de idade, com 15,2% não vacinados, e pelo de 35 a 39 anos de idade, com 13,2%.

Os dados de março o período entre 11 de janeiro de 20271 de janeiro e 12 de início do país de 2022. A nota, iniciada às vésperas dos 11 meses do período da campanha no Brasil, tem como objetivo ajudar a criar estratégias para aumentar a eficiência da campanha no Brasil .

Desafios

De acordo com a Fiocruz, o maior desafio é a 1% de crianças atualmente de 5 a 5 anos de idade da população brasileira.

Nesse grupo, 60,7% ainda não tomaram a primeira dose da vacina. nota técnica atribui aos seus filhos falsos a responsabilidade por seus filhos vacinados.

“Os divulgadores de falsas referências de notícias são informados a muitos pais sobre os vacinar seus filhos”, ressalta a nota.

A aplicação da dose de reforço também chama atenção. Segundo a nota, mesmo os idosos em velocidade crescente de reforço, nenhum grupo etário atingido, o patamar de aplicação com essa dose, nem mesmo os idosos, que foram os primeiros 80% de ganho de aplicação.

“As internações em leitos clínicos, leitos de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e os óbitos hospitalares têm cada vez mais concentrados exatamente entre os idosos mais longevos. Desta forma, os idosos que não mantêm esquema com resistência em dia estão particularmente perigosos, mesmo com a redução da situação em todo o mundo e mortalidade na população como um todo”, a nota técnica.

Recomendações

Segundo os pesquisadores, o contexto atual da pandemia no mundo requer atenção. Ao mesmo tempo que há grande especulação e expectativa do rebaixamento do status de pandemia a endemia por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), observe uma alta da Covid em países da Europa e da Ásia.

Isso, de acordo com eles, deve ser encarado como um alerta para o Brasil. Além disso, o documento defende que é preciso cautela na tomada de decisões pelos dispositivos, especialmente na utilização de máscaras flexíveis e proteção do distanciamento físico.

“Sem a devida proteção [uso de máscaras e vacinação em dia], uma reunião de pessoas de forma descontrolada pode ser pim para novo aumento da transmissão e ocorrência de surtos. A outros países que flexibilizaram o uso de máscaras em configurações de vacinal abaixo de 90% pode servir de alerta para que o Brasil não incorra no mesmo erro”, alerta a Fiocruz.

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