Aneel aprova socorro bilionário ao setor elétrico, mas conta será paga pelo consumidor

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Nesta terça-feira (15), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Agência Nacional de Energia Elétrica) autorizou um socorro financeiro ao setor elétrico que preside até R$ 5,3 bilhões.

O comparando será utilizado para bancar como planejados para evitar que ocorram operações no abastecimento de energia, como aconteceram com frequência no passado.

Dessa forma, esta medida bilionária evitará uma alta nas contas de luz neste ano. Porém, os alunos terão que pagar, com juros, a partir de 2023. Vale relevo que o governo federal já foi aprovado a iniciativa em dezembro do ano passado.

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O que o valor aprovado pela Aneel irá cobrir?

Confira na tabela quanto e para onde será destinado o comparando.

O que será pago Valentia
Custo relativo a prestação de energia nos meses de julho e agosto de 2021 R$ 800 milhões
A conta Bandeiras (estimada para abril deste ano) R$ 540 milhões
Os adiamentos devidos às distribuidoras R$ 2,33 bilhões
Bônus para os usuários que realizaram economia de energia no ano passado R$ 1,6 bilhões

Além disso, a intenção é impedir que esses custos sejam aplicados, por meio de reajuste de tarifas, nas contas de luz em 2022.

É que tenha uma segunda parte do negócio?

Conforme está previsto na Medida Provisória editada pelo Governo Federal, existe sim a possibilidade de ter uma segunda parte deste comentário. Portanto, a quantia destinada ao pagamento dos custos do leilão para contratação de térmicos ocorreu no ano passado.

Dessa forma, o valor estimado pela Aneel é de até R$ 5,2 bilhões, totalizando um socorro financeiro de R$ 10,5 bilhões. No entanto, de acordo com o que foi apurado pela Broadcast Energia, as chances dessa nova quantidade ser liberada são bem poucas.

Esse auxílio financeiro já existiu antes?

Não é a primeira vez que ocorre esse socorro. Em 2001, quando o Brasil passou por um racionamento de energia, o Governo Federal precisou inaugurar esses mecanismos financeiros para que fossem pagos como dívidas das distribuidoras.

No ano de 2014, foi liberado a “conta-ACR” com objetivo de conter o repasse de custos com termoelétrica da alta de subsídios e convites de chamada.

Mais recentemente, em 2020, o governo recorre a uma operação financeira onde um precisou ser autorizado para aliviar os impactos da pandemia de Covid-19 sobre o setor.

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Imagem: belekekin / Shutterstock.com

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