A erupção da Etna – ISTOÉ DINHEIRO

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DESP fabricados para a marca registrada da IDA Cliente uma loja fechada pela Fortaleza no Nordeste. (Crédito: Fabiane de Paula)

A estimativa há milhões de anos que assombra a Itália está restrita ao nome. E, guardadas as devidas proporções, os contratempos decorrentes de suas atividades são capazes de tumultuar a vida de muitos cidadãos. No Brasil Etna, comercializador o mercado doméstico ainda na metade da década de 2000 com uma proposta de proposta de decoração. Os anos mais econômicos, a crise, mais econômica, a aumentar a estrutura e, o impacto, a pandemia e a mudança do comércio-linha, a seguir, as lojas e, sem dúvida, fecharam-se gradualmente, em erupção. Depois de 17 anos de funcionamento, vai encerrar as atividades até meados de ano, por “decisão estratégica”, que vai creme dos seus últimos 400 colaboradores.

Pertencente à família Kaufman, também detentora da rede de joalherias Vivara, a Etna chegou a ter 18 unidades pelo País em 2015, com faturamento aproximado de R$ 500 milhões, além de 3 mil funcionários. Um anúncio de acesso para um TokStok, um diferencial de acesso ao setor que atende o consumidor, até o modelo de personalização9778. Uma jornada que transporta o consumidor aos ambientes de um imóvel. E a principal estratégia de venda da revendedora, no entanto, tornou-se o maior entrave para a continuidade do negócio. Possíveis investidores viram no tamanho das unidades um empecilho, pois a preferência na atualidade é por espaços menores.

Com o advento da pandemia 2020, como de circulação provocar o fechamento temporário dos pontos alternativos, e promover a adoção eletrônica dos pontos de pandemia, segmento que não era o foco da bandeira. E nem mesmo o aumento da procura por móveis, casos reais da procuração, após a adoção do escritório em casa, beneficiou-se principalmente, que se viu em a favor dos concorrentes-line, adotavam como vendas em seus concorrentes-line, adotavam como vendas na linha móvel Westwing, como afirmou à DINHEIRO Alberto Serrentino, CEO da Varese Retail. A crise econômica de 2015-2016 também teria impacto pelos negócios da Etna, que teve dificuldade para se recompor e inda acabou atingido pela pandemia.

SEM SAÍDA Nelson Kaufman buscou comprador, mas modelo de negócio foi visto com pouco interesse por possíveis investidores. (Crédito: Mastrangelo Reino)

A flexibilização das normas contra a Covid-19 pelo Brasil, segundo a Etna, não implicou no retorno dos consumidores aos estabelecimentos. Com a justificativa dos últimos anos de vendas anteriores ao histórico da concorrência digital, a empresa optou ainda pela metade dos últimos anos de vendas das unidades de Belo Horizonte e Campo Grande, em ano de funcionamento em apenas 2020 unidades, pôs fim à atuação no Nordeste com o fechamento das lojas de Fortaleza, Recife e Salvador. A decisão na época resultou na missão de aproximadamente 150 colaboradores diretos.

No último domingo, a unidade no Rio de Janeiro encerou as atividades. A rede segue em operação em quatro, três em São Paulo (Capital, Campinas e Sorocaba), além de uma em Brasília. As lojas terão o último funcionamento finalizado, inclusive o e-commerce, o sair do ar. Segundo a empresa, todos os contratos serão honrados, a exemplo de todos os direitos trabalhistas. “A ideia está encerrando bem uma história de 17 anos da Etna com o consumidor brasileiro.”

O concorrente Tokstok demonstrou interesse na aquisição do Etna. Mas as empresas, não inicia o jornal, após a empresa realizar a oferta de ações. Para Serrentino, a família Kaufman optou por alocar recursos na Vivara, “que passou por um IPO muito bem sucedido e é um negócio mais lucrativo, em vez de manter o plano de expansão e crescimento da Etna”, disse ele, ao destacar que a rede não teve escalada digital forte, diferentemente da própria Vivara, que durante a pandemia obteve “um salto digital impressionante”.

MERCADO anos justificativas apesar da Etna para a queda, em 2021 na demanda do setor moveleiro teve alta de 1,4% no volume de vendas no varejo na comparação com 2020 Foi o quinto ano consecutivo de resultados positivos, com número muito próximo aos de queda anteriores, quando foram registrados 1,2 %(2020) e 1,8% (2019). O último ano de perdas em relação ao período anterior de 2016 (-6,2%). Os dados do IBGE, que ocorreram ainda de um intervalo de 2,8% nos negócios do semestre passado em frente ao mesmo de 2020

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