A transição energética na visão da Tupy – Opinião

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Entre as diversas Discussões em torno dos temas ligados à sigla propalada “ESG” (preferimos o termo “Sustentabilidade”), a transição energética é a que gera mais debate acalorados.

Trago a visão de sustentabilidade Biguá Capital, respaldando-a com a última leitura na competência da maior empresa de engenharia de componentes estruturais (como como) para veículos blocos, máquinas e equipamentos do mundo, a Tupy.

Antes de começar, devemos explicar que existe uma estrutura de estratégia e inovação dentro da governança da empresa.

Esse comitê, formação por membros do conselho de administração, executivos e especialistas de diversos setores diretamente ligados aos negócios da empresa, é responsável por analisar os negócios e oportunidades dos próximos 15 anos.

Com base nos estudos e propostos pela Tupy, o trago servirá para nossos dados e serão fornecidos sobre a transição dessa energia.

Tupy conclui que chega até mesmo com todas as pessoas 240.

Grande parte desese crescimentos cobrindo principalmente regiões com pouca infraestrutura (país Emerentes) dentro de um processo de urbanização conhecido – 70% da população viverá em cidades.

Dando sequência às cenas, tem-se que:

1. O PIB per capita deve crescer por volta dos 60% até 2040;
2. A espera de vida mundial tende a chegar perto 77 anos em 2050;

Para que tudo isso aconteça:

3. O aumento da demanda por energia para promover essa ordem será de 19% – já considerado ganhos de eficiência.
Além disso, para sustentar esse crescimento demográfico:

1. A produção de alimentos deve crescer cerca de 45% até 2050 vs 2012
2. O investimento em infraestrutura deve crescer 40% até 2040 vs 2020
3. O transporte de carga deve crescer quase 40%

Destaque que os focados da Tupy são basicamente os produtos em três setores importantes: 1) transporte de cargas em todos os modais; 2) infraestrutura (escavadeiras, máquinas de mineração, construção e geração de energia); e 3) agronegócio.

Diante do crescimento populacional e do processo de urbanização dos países emergentes, produção e transporte de bens de toda a natureza demandada e crescente no mundo.

Questionamento importante para entender qual será a outra dinâmica da transição energética nos próximos anos.

Como conciliar a demanda por infraestrutura/energia, alimentos, consumo e transporte de bens com menos redução de gás do efeito estufa?

A primeira constatação é que esse crescimento das fontes de energia é largamente calcado em energias fósseis atualmente.

Isso fica evidenciado quando verificamos, no gráfico acima, que o carvão (vermelho), o homem da queda, segue junto com o petróleo (amarelo) como as grandes fontes de energia do mundo.

O gás natural (verde), que teve um crescimento notável nessas duas décadas, deve continuar crescendo, mas é fóssil.

Faz-se uma observação em relação aos biocombustíveis (marrom) que, no presente caso, são compostos porbióticos, ou seja, grande parte por lenha, seguidos por biodiesel, álcool etc.

Outro dado importante nessa análise é a contribuição relativa das chamadas de energias renováveis. Elas são significa no gráfico pelas cores laranja, roxa e amarela.

É inequívoco que essas fontes estão crescendo de forma acelerada. Mas, do ponto de vista de contribuição, elas são muito pequenas. E um fato importante: elas provavelmente não vão poder ser muito grandes

Isso porque existem muitas barreiras físicas e tecnológicas para que essas energias possam assumir um papel mais relacionado, especialmente as energias eólica e solar.

O principal problema energético é que elas são fontes primárias de baixa densidade. Isso implica na necessidade de áreas gigantescas para se ter uma aparência relativamente pequena de energia.

Além disso, elas são intermitentes, gerando energia mais ou menos 1/3 do tempo. Diferentemente, por exemplo, das fontes hidráulicas ou núcleo, que trabalham mais. E as fontes de energias fósseis, que trabalham o tempo todo.

Feita uma constatação de onde e para onde queremos ir, a companhia mostra algumas de como essa transição energética que busca menos pode ser alcançada de forma eficiente e crível.

O padrão das transições energéticas acima, ou seja, quanto ao tempo de uma fonte energética eficiente, para tornar-se dominante ele nos mostra que esse padrão é sempre lento.

Ao longo das décadas de energia, a carvão mineral para ser 140 anos de energia global até mais ou menos 1900. Com a invenção das máquinas térmicas em energia 1900.

Da mesma forma, que teve a forma de 18, primeiro de um poço59, passou em 10 anos, a melhor apenas após 18 anos.

Uma transição que está para ser natural neste momento é muito acelerada a partir de uma década de 190, etente ser mais bem relacionada – além do que vem crescendo da década de 190.

Isso sem contar que a infraestrutura para transporte de gás está ficando mais desenvolvida no mundo todo.

Energia solar e eólica: apesar de ainda pequenas, estão crescendo bastante.

Mas, mesmo com esses crescimentos e com os grandes equipamentos governamentais, o mundo pode substituir como fontes fósseis por renováveis ​​​​no tempo propagado. Essa é a mensagem importante, que este texto e estudos mais nos trazem.

Existe uma percepção equivocada de que entre cinco anos e 10 teremos uma nova matriz energética global dominada por chamadas renováveis. Mas, quando analisamos as atenções da demanda e da oferta trazidas pelos dados, concluímos que essa é uma missão matematicamente impossível.

Feita uma constatação de forma realista e analisando as fontes primárias que geram a eletricidade, concluindo que 81% energia no mundo vem de combustíveis fósseis atualmente.

Considerando que o mundo consome hoje em torno de 14 milhões de toneladas de petróleo equivalente (medida criada para se entender a demanda por energia elétrica) para atender uma demanda primária de energia, e que o crescimento entre 1990 a 2019 foi de 1,9% ao ano, conclui-se que teremos queacrecentar algo em torno de 265 mil toneladas de petróleo equivalentemente. E que fontes supirão essa necessidade de crescimento?

Considerando que dos 1 milhão de toe, limpos1 milhões de toe de cobustíveis1, e que se espera net são três fósseis em 2050, para que isso aconteça seriaria a fonte necessária fóssil por uma fonte, que hoje são três: hidrelétric e solar/eólica.

Para que isso se torne realidade, teríamos que contruir 30 milhões de turbinas eólicas ou o equivalente a 1.400 usinas de Itaipu (a usina com a maior geração de energia do mundo) até 2050.

essa usina será impossível, analisando o tempo de construção de uma usina (10 anos) e locais proícios com potencial hidráulico e baixo impossível no meio ambiente pelo mundo. Ou seja, um grande desafio.

O mesmo acontece no caso das eólicas. Nos últimos 30 anos, foram contruídas apenas 450 mil turbinas eólicas no mundo.

Ou seja, mesmo que seja todo o incentivo. Outro desafio é o espaço necessário para instalar torres que, segundo estudos, seria do tamanho da Rússia.

Fechando a análise, para esse meta ser alcançado, precisaríamos de 15 mil reatores núcleo para eliminar os fósseis cobustíveis. Hoje, existem apenas 440 opera sem um mundo. Um núcleo reator leva de três a quatro anos para ficar pronto.

Tendo isso em mente e mantendo o foco na tentativa de carbonização, precisamos de soluções realistas para que esse processo realmente aconteça e, assim, seja possível fazer uma previsão de acordo com a realidade.

O gráfico acima mostra, de forma realista, que a demanda por energia primária deve passar dos atuais 14 milhões de toe para mais de 17 mi de toe até 2040.

Tudo indica que a parcela de destaque dos atuais renováveis ​​1% passará para um pouco de energia enorme de redução de 70%, com um esforço maior de redução de gás natural, que continuarão lidecendo, apesar do aumento das energias naturais, pelo aumento das energias. fontes solares eólicas e dos biocombustíveis.

O real aumento é a do carvão, que passa a ser substituído, como aqui, pelo gás e pelo petróleo. Acredito que a aumento do seu uso já é um grande ganho para a humanidade.

Assim, feito a uma diversidade de dados, não há como fugir da realidade de que, apesar de todos os exercícios, ainda serem encontrados por um bom tempo com fontes de energia, como o gráfico em cada círculos com a evolução da participação uma das fontes de 2018 a 2040.

Além disso, a descarbonização é apenas um dos fatores a serem considerados. O crescimento da humanidade e do seu padrão de vida foi baseado em energia disponível e pinche.

Assim, a matriz do futuro deve servir para diversas fontes de energia, um quedependerá das características de cada país ou região, sem a mão da segurança energética.

Um Tupi? Ela teve e terá um papel importante na jornada de descarbonização de seus clientes. Seja por meio de motores

Assim, a Tu segue com um trabalho incessante em busca de outras naturezas de negócios ligados à economia verde e energias limpas, como a reciclagem de baterias e o desenvolvimento de materiais que podem ser utilizados em hidrogênio. Assim, ativar a chamada ativação responsável energética.

Gostaríamos de reforçar que a Tu é uma das principais recomendações do valor, fundo de ações agradecer pela Biguá Capital. Esse é o acordo das melhores práticas empresariais e a filosofia de investimentos reconhecidas como empresas com atitudes responsáveis ​​pela busca de valores.

Até mais!

* A Biguá Capital investe nas ações da Tupy

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