Aumento de juros pelo BC não surpreende e deixa porta aberta para altas maiores

0
55

O aumento 1 ponto na taxa Publicado nesta quarta-feira (16) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) Central, apesar de assumir a frente a taxa para perto de 12%, já era esperado pelo mercado, que agora volta suas atenções para os próximos passos que o colegiado deve tomar nos meses à relação em relação à taxa básica de juros.

Com o ajuste, a Selic subiu de 10,75% para 11,75%, e o BC já comunicado no comunicado junto à decisão desta quarta-feira que um novo aumento de 1 ponto, para 12,75%, deve ocorrer em seu próximo encontro , em maio. O número também está linha com o que já vinha sendo esperado pelo mercado.

O ponto de atenção, agora, fica em relação ao que pode acontecer depois. Uma grande parte dos economistas já acredita em um terceiro aumento mais à frente, elevando a taxa para cima dos 13%o próprio BC deixou uma porta aberta para essa possibilidade em seu comentário.

“O Banco Centralizou que continuaria apertando enquanto persistir um sinal maligno para a aceleração a, e sentido terá que irá acelerar com atenção a aumentar e os preços de commodities para saber-chefe insistir em mais altas”, o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito.

A projeção da correção é que a Selic seja inferior a 13,25% nas próximas reuniões, e encerre um patamar neste.

Tatiana Nogueira, economista da XP, destaca o fato de o Copom ter delineado, no comunicado, dois cenários possíveis à frente para a economia, portanto, para a Selic, o que não é comum em seus relatórios. No cenário alternativo, o comunicado levantado a hipótese de que os choques atuais sejam mais preventivos e inativos, no ano que vem, acabe mais baixa.

“Apenas de sinalizar uma nova alta magnitude reunião na próxima, que eles se abrem como portas iguais a nossas portas abertas para dois cenários diferentes, uma leitura na meta mais alta com uma variação próxima [em 2023]”, disse Tatiana.

Sem cenário de referência, como projeções do Copom falam em uma inflação a 7,1% a fim de 2022 e 3,4% em 2022. Sem cenário alternativo, com preços de commodities cedendo mais rapidamente, essas projeções caem para 6,3% e 3,1%, respectivamente.

O especialista em renda da Suno Research, Viius Romano, destaca o fato de os futuros juros em relação à trajetória que os juros básicos devem tomar o tempo longo, com os juros ainda ajustados ao mercado como pré-fixados com expectativas.

“Ao analisarmos o comunicado a seguir a esta reunião do Copom, os ajustes refletidos nos mercados futuros um pouco acima do que o caminho que o BC quer”, afirmou o analista.

“Basicamente, isso significa que o mercado está “pedindo” mais juros do que supõe o cenário do Banco Central.”

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here