Gasto com entrega sobe 24% em 2021; veja tendências de consumo do pós-pandemia

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Os gastos com Entrega somaram R$ 40,5 bilhões em 2021, representando 24% a mais que o ano anteriorsegundo estudo feito pela GS&NPD, em parceria com o Instituto Food Service Brasil.

aponta ainda que o tráfego total de visitantes em sites e aplicativos da categoria subiu 13%, para 2,2 bilhões de acessos.

“A pandemia apenas impulsionou um movimento que já era observado no mercado. O delivery facilita a vida de quem consome e fortalece a cadeia da alimentação fora de alimentação”, afirma Ingrid Devisate, diretora executiva do Instituto Food Service Brasil.

A oferta confirma que a maioria dos brasileiros deve ter ocorrido: a pandemia serviu como um dados úteis — e procura dos serviços online. Mudou e consumidores novos hábitos de compra, revisitados no dia do dia do varejo.

Segundo especialistas, a pandemia acelerou uma tendência que já existia, mas em ritmo lento.

“Esse processo teria muito mais tempo ela: mas ele levaria muito mais tempo. A pandemia mostrou essa necessidade tanto para os consumidores quanto para os profissionais”, disse CNN Rodrigo Bandeira, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio (ABComm).

Com a avançadouma flexibilização de uso de máscaras e remoção de remoção de transferência, a vida está voltando à (relativa) normalidade. Nestes quais, hábitos de consumo adquiridos para ficar, e quais são os dispositivos de quarentena aos remotos dias?

Hábito digital veio para ficar

O período de provação virtual acabou, segundo Bandeira.

Consumidoram e reconheceram a segurança do país.

Bandeira traz um jargão aplicável ao contexto: “quem tem uma loja online, tem uma loja aberta 24h por dia, de domingo a domingo.” As empresas do país correm para ampliar seus serviços virtuais e melhorar as plataformas já existentes.

Para os especialistas, a experiência do usuário também é uma preocupação que se consolida. Para Ingrid, a grande inovação é a personalização. “Comunicação com o cliente via mídias e aplicativos é fundamental e não pode ser impessoal.”

“Além disso, a adoção de tecnologias para melhoria dos processos, de vendas, de tempo de atendimento e eficiência, semper com foco no cliente”, complementa.

Como benefícios para os dois lados são claros: não há indícios para os especialistas em que esses avanços na tecnologia e experiência virtual terão retrocessos pela volta presencial.

Desafio para o marketing digital

Na hora de endereçar as tendências que podem ir embora, é preciso falar o elefante branco na sala: com o crescimento exponencial do e-commerce e plataformas online, como lojas físicas se tornarão obsoletas?

Não necessariamente. Em pesquisa realizada pela Criteo, 72% dos produtos antes de fazer uma compra em lojas físicas de fazer uma compra online.

Os dados também previstos que, à medida que os países de todo o mundo relaxavam as da Covid-19, as compras em lojas aumentaram 20% em comparação à2020.

“O crescimento do comércio eletrônico atingiu níveis de anos sem precedentes nos últimos anos, mas as lojas físicas ainda cumprirão um papel vital na jornada do comprador”, afirma Tiago Cardoso, diretor-geral da Criteo para a América Latina.

Ou seja: apesar dos serviços online terem vindo para ficar, as lojas físicas não sairão de moda tão cedo.

O marketing digital, por sua vez, não deve ter a mesma sorte.

Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de 2020 assegurado que o uso da internet no brasil cresceu entre 40% e 50% durante a quarentena.

Esse marketing se aflorou neste contexto. De acordo com a bandeira, com essa realidade parecendo para trás, pode ser visível.

“Isso [marketing e publicidade] foi muito embarcado, numa frequência e escala muito leves. Voltando ao nosso cotidiano e rotina, ainda que de maneira muito diferente. Uma desaceleração pode ser extremamente necessária”, explica.

“Acredito que tem, sim, de remodelar para que haja prudência nessa nova etapa 2022 e 2023. Uma comunicação de forma pertinente, que não incomoda o consumidor”.

Tendências para 2022

Para este ano, os especialistas preveem que um dos números relacionados ao consumo online aumenta. “Os números continuarão crescendo. Não com a mesma robustez de 2020, mas sim. O mercado digital brasileiro está longe de seu grau de amadurecimento, onde teremos números bem mais estáveis”, diz Bandeira.

“O setor está em constante evolução, o principal desafio para 2022 é buscar o equilíbrio em relação às despesas e receitas, ou seja, rentabilizar”, finaliza Ingrid.

No setor alimentício, o Instituto Foodservice Brasil prevê um crescimento de 5% em gastos no setor de alimentação fora do lar.

Especialistas também citam o metaverso, universalmente que vem cada vez mais atenção das empresase que pode estar disponível no cotidiano do consumidor brasileiro no futuro.

No mais, Bandeira que atualmente está avaliando a possibilidade de aquisição online, causando uma lacuna no mercado.

Para ele, esse é “um público que também quer conveniência, e um público que muitas vezes é muito mais equilibrado”. Ele diz esperar que, o mercado digital possa olhar no futuro, o mercado digital possa olhar para o futuro, o público consumidor.

*Sob Supervisão de Deise de Oliveira

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