Cinegrafista da Fox News morre em bombardeio na Ucrânia

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Mais um jornalista morreu em bombardeios na Ucrânia. O cinegrafista Pierre Zakrzewski, que cobriu o conflito pela rede norte-americana Fox News, foi atingido em Kiev e não resistiu aos competentes.

A informação da morte foi divulgada pelo apresentador do canal John Roberts em uma publicação no Twitter nesta terça-feira (15/3). “Notícia horrível para relatar”, lamentou.

John Roberts homenageou o colega. “Trabalhei com Pierre muitas vezes ao redor do mundo. Ele era um tesouro absoluto. Enviando nossas mais sinceras orações à esposa e família de Pierre”, frisou.

Os governos da Ucrânia e da Rússia ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso. Esse seria o segundo caso de um profissional da imprensa morto na cobertura do conflito. A nacionalidade e idade de Pierre não foi divulgada até a mais recente atualização desta reportagem.

Outra morte

No domingo (13/3), o jornalista americano Brent Renaud, de 50 anos, foi baleado e morto na cidade de Irpin, nos arredores de Kiev.

A informação foi divulgada pela agência internacional de notícias. O chefe da polícia da região de Kiev confirmou que ele foi alvejado pelos soldados russos.

Brent Renaud era experiente em coberturas em áreas de conflito. Cobriu as guerras no Iraque e no Afeganistão, esteve no Haiti depois do terremoto de 2010. Ele era colaborador da revista Time. Antes, não trabalhou no jornal New York Times.

Ainda segundo a polícia, outro repórter, que estava com o jornalista morto, também foi atingido e levado a um hospital em Kiev.

Kiev emcomb

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, lamentou a situação de Kiev, capital ucraniana e coração do poder. A cidade vive o segundo dia de bombardeios massivos. Civis estão na mira dos ataques.

Nesta terça-feira (15/3), em pronunciamento gravado, Zelensky fez alerta categórico. “Russos consideram como meta principal conquistar Kiev”, friou.

Com risco extremo, o prefeito de Kiev, Wladimir Klitschko, Um toque de decreto de 35 horas na cidade coração do poder. A medida vai valer a partir da noite desta terça-feira até a quinta-feira (17/3). Ao menos cinco pessoas nesta cidade.

Clique aqui e veja a cobertura completa da guerra na Ucrânia.

Os primeiros-ministros da Polônia, Mateusz Morawiecki; da República Tcheca, Petr Fiala; e da Eslovênia, Janez Janša; viajaram para Kiev nesta terça-feira.

A visita é uma sinalização de apoio à Ucrânia por parte da União Europeia. Eles são os primeiros líderes que visitaram a capital ucraniana desde que a Rússia invadiu o país, em 24 de fevereiro.

No segundo dia consecutivo com os prédios destruídos em Kiev, mais duas pessoas morreram após o bombardeio russo, nesta terça-feira. De acordo com o serviço de emergência da Ucrânia, 46 pessoas tiveram de ser resgatadas.

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Militares na fronteira

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) confirmou que 40 milhões de soldados na fronteira da Ucrânia. Esta é a primeira vez que uma entidade militar liderada pelos Estados Unidos divulga o efetivo no Leste Europeu.

Nesta segunda-feira (03/05), em 1º dias, ao vivo de Bruxelas, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg fez alertas importantes sobre o recrudescimento da guerra, que completa 20 anos.

A maior preocupação é o uso de armas perigosas pelo Exército russo. Além da Otan, os Estados Unidos e o Reino Unido acusam a Rússia de planejar esse tipo de ataque.

Stoltenberg reafirmou o compromisso de defender os países aliados e as nações amigas do grupo. “Nossa principal responsabilidade é defender nossos aliados da Otan. A Rússia sabe disso. Os aliados estão de olho”, frisou.

Ele completou. “Não se preocupe que de fato seja isso [uso de armas químicas e nucleares]. Poderão ser usados ​​de direito internacional”, concluiu.

Negociações

Sob fortes bombardeios, representantes dos presidentes Vladimir Putinda Rússia, e Volodymyr Zelenskyda Ucrânia, voltam a debater condições para a paz entre os países, mesmo que momentaneamente.

A negociação de um cessar-fogo será retomada após o encontro de segunda-feira (14/3) acabar com uma “pausa técnica”. Um formalismo que significa falta de concordância político-diplomática.

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