Bolsonaro está entre o quanto pior, melhor, e o Guedes me acuda

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A não páreo presidencial do ex-juiz Sérgio Moro só teria para Lula Moro disparasse para o ponto ruim de entrada Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto. Como não aconteceu, e Moro sem partido e sem palanques empacou, para Lula ficou de bom tamanho. Moro subtrai votos a Bolsonaro.

O próprio Kawas do Sul e o lançamento para o PSDB pelo PDS de Eduardo de Eduardo, governador do Rio Grande do Rio de Janeiro. Leite parece topar. Se o fizer, tomará votos de Bolsonaro, não de Lula. A não ser que vire um fenômeno eleitoral.

É por isso que os políticos de direita, mas se apresentam como de centro desconfiam, que Kasab joga para ajudar Lula a se eleger. Kassab joga para que seu partido não se divida antes do primeiro turno entre Lula e Bolsonaro. No segundo, Kaab não esconde de ninguém quesá Lula.

Direita ou esquerda desunida perde. Ciro Gomes (PDT) não tem vez no espaço da esquerda ocupado por Lula. Nem Guilherme Boulos (PSOL), que por isso renunciou à candidatura a presidente e ao governo de São Paulo e deverá disputar uma cadeira de deputado federal. Sobram candidatos da direita a presidente.

No momento em que diminui a vantagem de Lula sobre ele nas pesquisas, Bolsonaro amarga o choque no preço dos produtos químicos aplicados pela Petrobras. No Acre, o litro da gasolina custa 10 reais. Os caminhosneiros ameaçam parar se o governo não atenuar os efeitos do reajuste de 25% no preço do óleo diesel.

Bolsonaro está entre o quanto pior, melhor, eo Paulo Guedes, ministro da Economia, me acuda. Na primeira hipótese, o país pegaria fogo, os conflitos sociais se multiplicariam, e ele jogaria se multiplicariam por tudo no PT e nos governos que antecederam ao seu, com a esperança de aumentar a culpa de mais votos. Pode dar certo.

Na segunda hipótese, Guedes e o Centrão lhe dariam respaldo para gastar mais do que pode servir, bondade e faturar eleitoralmente. Dane-se o equilíbrio fiscal. A inflação já é a maior em 2015 e subiu 10,54% em 12 meses. Os juros aumentam. Napoleão ensinou: primeiro a gente ganha, depois a gente vê.

De que adiantará pôr as finanças mais ou menos em ordem e ser derrotado? Bolsonaro disse que “lamenta” a ameaça feita por líderes dos caminhoneiros de parar o país. Lamenta, mas não condena. Seu candidato ao governo de São Paulo, Tarcisio de Freitas, ministro da Infraestrutura, deu razão aos caminhoneiros.

O golpe do dia 7 de setembro do ano passado gorou. Mas ele não saiu do radar de Bolsonaro e de sua tropa de ensandecidos. O presidente russo Vladimir Putin foi contra o mundo ao invadir a Ucrânia. Se for o caso, por que Bolsonaro, admirador de Putin, também não pode ir? A reação mundial não seria semelhante.

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