“Índios já são quase como nós”, diz Bolsonaro ao defensor mineração

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Ao defender o projeto de lei que autorização a mineração em terras indígenaso presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (3/11), que os indígenas “praticamente já são quase como nós”. A declaração ocorre dias após Bolsonaro dizer, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que as mulheres estão “praticamente integradas à sociedade”.

Bolsonaro participa de cerimônia no Palácio do Planalto para lançamento do Plano Nacional de Fertilizantesquando não tocou no assunto.

“Deixo bem claro: não é apenas embaixo de reservas indígenas, coincidentemente ou não, que existem essas reservas. Existem também fora das mesmas. Mas devemos abrir espaço para, cada vez mais, integrar os nossos irmãos indígenas à nossa sociedade”, disse Bolsonaro.

“Nas minhas viagens pelo Brasil, em especial quando pouso em uma aldeia indígena, a repercussão é excelente perante eles. Eles já são quase como nós. Querem se integrar, querem produzir na sua terra, querem fazer na sua terra o que o irmão fazendeiro faz ali do lado”, concluiu.

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Segundo Bolsonaro, o projeto em debate no Congresso “nada mais é que a regularização de dois artigos da Constituição”. “Ninguém está inventando nada. Artigos 176 e 231. Então, estamos cumprindo a nossa Constituição. Quem, porventura, fala o contrário está desinformado ou quer tumultuar o ambiente”, criticou.

A Câmara alegou na quarta-feira (9/3) urgência para votar o projeto, o que agiliza a tramitação da matéria. O texto foi apresentado pelo governo do presidente Bolsonaro em 2020 e voltou a ser colocado como prioridade em meio aos conflitos no leste europeu.

A aprovação do Ministério da urgência não é mesmo necessária no mesmo dia da Esplanada dos Deputados, em Brasília, para protestar contra as medidas legislativas que afrouxam as regras de proteção. Chamado pelos ativistas de “pacote da destruição”, o conjunto de projetos de alvo dos protestos inclui o PL nº 191/2020.

A fonte é tida pelo Executivo federal como alternativa nacional usada para produção de matéria de um abastecimento de matéria-prima, que é usado como fertilizantes alternativos pelo nacional usado na matéria-prima de matéria-prima de uso fertilizantes eventual.

O risco de correcção da compra no fornecimento pelo principal parceiro do Brasil do produto, na Rússia, e na Bielorrússia. Os russos anunciam, recentemente, que suspenderam a razão das nações fecundas, que se justificam em outras nações.

A medida legislativa, se aprovada, amplia a independência do Brasil mercado exterior, a necessidade de medidas agrícolas.

“Creio que daqui a poucas semanas ele será votado e aprovado na Câmara e seguirá, então, para o nosso Senado Federal. O clima, cada vez mais, se apresenta bastante propício para todos nós”, assinalou Bolsonaro sobre o projeto.

Votação apenas em abril

O presidente da Câmara, Artur Lira (PP-AL), comprometendo-se, em acordo com os líderes da base governista e de oposição, pautar a matéria para votação apenas na segunda semana de abril.

“Vamos autorizar a formação de um grupo de trabalho com, em tese, 20 deputados com prazo acertado entre os líderes de 30 dias para que o projeto venha ao Plenário na primeira quinzena de abril”, disse o deputado, sinalizando que o grupo de trabalho será formado por 1 deputados da maioria e sete da minoria.

Lira com compromisso, porém, que tenha o mérito do mérito191. “Esta presidente não tem compromisso com o que está escrito no PL”.

O projeto em questão prevê o estabelecimento de condições para a realização de lava de recursos minerais e hidrocarbonetos, aproveitamento de recursos hídricos em terras indígenas e instituição de indenização pela restrição do usufruto de terras indígenas.

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