HIV-1: Variante mais tem mais chances de infecção pelo sexo vaginal, diz estudo

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A variante HIV-1 do vírus da Aids, a mais disseminada ao redor do mundo, é mais virulenta quando a transmissão se dá pelo sexo vaginal. Os homens costumam ser mais branda quando ocorrem em uma relação de transmissão sexual entre homem e mulher ou entre dois.

Segundo uma pesquisa do Instituto Indiano de Ciências, a virulência do agente infeccioso da variante HIV-1 aumenta quando há contato entre os órgãos sexuais masculinos e femininos. Este efeito é ocasionado chamado de “gargalos de transmissão”, que torna a variante mais adaptável a mudanças.

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Grupos diferentes, comportamentos diferentes

Os chamados grupos de risco para HIV tendem a diferentes modos de transmissão da doença. Por conta disso, como diferentes variantes do HIV-1 são diretamente decididas pelos gargalos, que evoluem de formas diferentes dentro dos diferentes grupos de risco.

Conformidade com os medicamentos antirretrovirais, em particular com os medicamentos antirretrovirais. Portanto, uma variante que causa infecções mais graves, tende a ser mais virulenta, e variações mais adaptáveis ​​tendem a ter essa característica.

Para conhecer os pacientes estimados na avaliação do vírus, os resultados de quatro grandes dados de quatro estudos positivos. Ao todo, foram reunidos dados de mais de 340 mil pessoas, de 25 países, todas elas infectadas pelo HIV.

Variantes apontam caminhos da epidemia

Os sexo anal que pessoas que se infectaram em relações sexuais com sexo entre um pênis, menor contagem de células T, em comparação com quem pegou o vírus em relações de vagina Isso significa que as variantes do vírus HIV transferidas pelo sexo vaginal eram mais virulentas.

De acordo com os cientistas, embora haja algumas diferenças com o estudo do HIV, a pesquisa para entender a evolução epidemiológica da variação. Além disso, a análise sugere que cepas mais ou menos virulentas têm impactos diferentes sobre a epidemia de Aids no mundo.

Um exemplo disso é a África Ocidental, onde a cepa dominante é o HIV-2, que tem uma taxa de transmissão de cinco a dez vezes melhor do que o HIV-1 em relações de sexo vaginal.

Através da: Galileu

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