CNC revê para baixo desenvolvimento do crescimento do comércio brasileiro 2022

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O setor faz varejoque já havia sido afetado pela 202, tende a sofrer mais impactos por conta do aumento de preços de produtos e alimentos, em decorrência da guerra na Ucrânia.

Por conta disso, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revisou a expectativa de vendas de 2022 para baixo. A projeção inicial era de +0,9%, mas passou para +0,5%.

Os setores de vendas de produtos orgânicos e supermercadistas representam48,5% das vendas do varejo.

Com o aumento do preço no mercado internacional, os produtos como gasolina e diesel são impactados, o que aumenta diretamente o petróleo a essas áreas.

A previsão é que ainda é possível o setor super, o maior do varejo e segundo o prazo da Confederação, provavelmente impactado por meio de medidas derivadas dos reajustes em commodities agrícolas no mercado, que já a Rússia é um dos principais da Confederação, que já está em falta de fertilizantes agrícolas no mercado, que já a Rússia é um dos principais da Confederação. fornecedores.

Diante do cenário, o Diante da CNC, José Roberto Tadros, vê com preocupação o presidente provável dos juros, freando ainda mais o crescimento da economia. “Há grandes chances de aumento dessas taxas, o que impacta atividades mais dependentes das condições de crédito”, avalia.

Ainda de acordo com o CNC, o avanço de 0,8% do setor, em janeiro, registrado na Pesquisa Mensal do IBGE (PMC) do IBGE não foi suficiente para compensar a queda de 1,9% do setor em dezembro de 2021. O volume de vendas também abaixo do nível registrado antes da pandemia (-1%).

Apenas três segmentos do varejo apresentaram faturamento superior ao período pré-pandemia. São eles: farmácia e lojas (24,4%), materiais de construção (9,8%) e artigos de uso pessoal e lojas (+3,5%).

Na comparação com o primeiro mês de 2021, o índice registrado queda de 9%. Foi uma sexta retração interanual consecutiva. Segundo o economista da CNC, Fabio Bentes, essa dificuldade do setor também é justificada pelo aumento dos custos de compra das mercadorias nos últimos meses.

O valor dos produtos comercializados no varejo, segundo a PMC, foi reajustado, em média, em 12,7% entre janeiro de 2021 e mesmo mês de 2022.

Já os produtos do atacado tiveram reajuste médio de 25,4% no mesmo período, segundo o Índice de Preços ao Produtor, do IBGE. De acordo com os Bentes, isso revela defasagem de 50% no repasse dos preços finais aos consumidores.

“Nesse sentido 19%, como papelaria no custo repasses, todos os pontos do sentido 19 % como recurso de transporte, caso de desvio de 97% como recurso de transporte, recurso de 97% como recurso de transporte”, assinalado.

*sob supervisão de Helena Vieira

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