Presidente da Aprosoja critica sanções da Otan à Rússia

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O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Antonio Galvan, atacou nesta quarta-feira (9/2) os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) pela imposição de restrições à economia russa. Segundo Galvan, a medida dificulta o acesso do Brasil a fertilizantes e outros insumos agrícolas. A associação que Galvan comanda reúne os produtores de soja dos 16 estados que mais produzem o grão no Brasil.

“Os verdadeiros criminosos são os países da Otan”, afirmou Galvan, questionado sobre os efeitos no setor agrícola da guerra entre Rússia e Ucrânia. A Rússia, que invadiu a Ucrânia no fim do mês passado, é a principal fornecedora de fertilizantes para o Brasil. A Otan, liderada pelos Estados Unidos, tenta demover os russos aplicando sanções econômicas.

De acordo com Galvan, não há problemas no curto prazo com fertilizantes, pois há estoques e também nitrogênio no solo para uma próxima safra. Mesmo assim, ele criticou as retaliações aplicadas pelos países da Otan à Rússia.

“O resto do mundo vai padecer com isso. É uma palhaçada de quem está trancando”, avaliou. Para ele, a Organização das Nações Unidas deveria estabelecer que insumos diretamente ligados à produção de alimentos, como fertilizantes, não deveriam ser alvo de boicotes.

No ano passado, Antonio Galvan foi alvo do STF, suspeito de fazer ataques à democracia e ter financiado atos golpistas no 7 de Setembro. Em depoimento em agosto à PF, Galvan buscou se distanciar das ameaças radicais do ex-deputado Sérgio Reis e do caminhoneiro Zé Trovão, atualmente preso.

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