Produtores de São Paulo e Minas são os mais dependentes de fertilizante russo

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São Paulo e Minas Gerais são os dois estados brasileiros com maior dependência de fertilizantes importados da Rússia, de acordo com dados levantados pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), vinculado à Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).

Nas localidades, o país alvo de duas alternativas internacionais, pela Invasão à Vizinhança responda pelo envio de mais de um insumo agrícola utilizado por produtores paulistas e mineiros.

De acordo com o buscado pela CNN, São Paulo é o mais dependente de fertilizantes vindos da Rússia, com 35,9% do volume de produtos importados2 produtores paulistas em 201. Em Minas Gerais, esse percentual foi de 33,1%. Outros três estados apresentam dependência relevante de fertilizantes russos: Mato Grosso (20%), Paraná (19,8%) e Rio Grande Sul (15%).

Esses cinco estados respondem por 68% de toda a prestação de fertilizantes pelo Brasil. No ano passado, o Brasil comprou de outros países 41,6 milhões de toneladas desse insumo, dos quais a Rússia foi o principal fornecedor, com 22,3% desse volume (9,3 milhões de toneladas), seguido por China (15,3% desse volume). 2%, ou 6,3 milhões de toneladas) e Canadá (10%, ou 4,2 milhões de toneladas). Em quinto lugar está, outro país alvo, de 8%, com 5 países (2,4 milhões de toneladas).

A guerra mundial na Ucrânia sobre o mercado de fertilizantes e as consequências para o agronegócio brasileiro estão na lista de cálculo mundial do Ministério da Agricultura e da Frente Parlamentar Agropecuária. A ministra tem viagem de viagem, para a agendadadada para o Canadá desse insumo o Brasil. Integrantes da FPA, incluindo o presidente da bancada, deputado Sergio Souza (MDB-PR), vão acompanhar a ministra na viagem oficial.

Em entrevista à CNNTereza Cristina afirmou que o Brasil tem “estoque de passagem para chegar até a próxima safra, em outubro”.

Além das graves consequências causadas pela guerra no mercado de fertilizantes, o presidente da FPA destaca que o setor já havia prolongado “aumentos abusivos de até 300% em dólar” nos últimos meses.

“Essa situação nos preocupa muito. O Brasil já tem muitos contratos firmados com fornecedores da Rússia para um verão, que até segundo semestre, e até a safra33 explicou Sergio Souza. “Tudo isso pode servir aos brasileiros, custodiado para o produtor rural e consequentemente, refletir no alimento que chega aos brasileiros.”

De acordo com o estudo do IPA, são três os impactos da guerra na Ucrânia sobre o agronegócio brasileiro:

1) Restrição no Swift: O Sistema Swift é responsável pela realização e cumprimento de contratos financeiros no mundo todo. A restrição sofrida pela Rússia pode impedir os bancos russos por operações do sistema de compra e venda meio do sistema de compra. Nesse sentido, os contratos de compra e venda de fertilizantes dificultados, os contratos por exemplo de relações podem ser;

2) A instabilidade do conflito na Ucrânia, entre custos o início do petróleo, trigo natural, outras mercadorias ainda mais a produção de gás natural, trigo, entre outros tiveram valorizações exponenciais, trigo e incertezas por incertezas. à situação conflituosa;

3) Diminuição na oferta de grãos: a Ucrânia é o 5º maior produtor de milho no mundo e o 6º de trigo. A instabilidade tende a criar uma preocupação no mercado, elevando o preço desses dois grãos no mercado mundial. No caso anterior do milho, setores como o de produção de aves e suínos, que já enfrentam dificuldades por causas dos altos preços ao conflito, ficam ainda mais fragilizados.

IPA, “ainda é cedo para um prognóstico sobre impactos reais na Ucrânia, exercitando-se sobre os mesmos efeitos da guerra do um todo”. “No entanto, se como fundamentos (de forma geral) se estenderem no tempo, a situação tornará preocupante, em razão dos seus efeitos secundários, e preços de problemas relacionados a seus efeitos, ajustes e preços”, aponta o documento.

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