Devolução de concessão de aportes – Money Times

0
43

O Aeroporto do Galeão foi o último integrar a esse grupo (Imagem: REUTERS/Pilar Olivares)

Leiloadas num período de extrema euforia com a economia brasileira, nove concessões de rodovias e aeroportos resolver um processo de demorado complexo de resolução para fim de um ciclo de preparação e resolução empresasconsome e União.

Alguns anos devolvidos e ainda não têm mais de dois resultados finais. Enquanto isso, boa parte dos R$ 45,5 bilhões de investimentos previstos durante as concessões está suspensa.

O Aeroporto do Galeão foi o último a integrar esse grupo. Em fevereiro, depois de muitos problemas, houve a mudança para uma transportadora sucumbiu com muitos problemas e entrou com pedido de devolução do terminal.

Antes dele, concessões como Via-040 (BR-040), MS Via (BR-163/MS), Concebra (BR-060/153/262), Autopista Fluminense (BR-101/RJ), Rota do Oeste (BR -163/MT), Rodovia do Aço (BR-393), Aeroporto de Viracopos e São Gonçalo do Amarante (RN) já havia feito uma devolução dos ativos. A lista não deve parar por aí. Segundo fontes do mercado, outras empresas estudam entregar seus ativos para relicitação.

Situação atual começou a ser projetada e entre 20007, quando o Brasil era a grande promessa entre os emergentes.

O governo carregou nas empresas de crescimento da economia e as lances dados em leilão. No meio do caminho, porém, o País mergulhou numa das piores recessões da história e as projeções foram por água abaixo. Em vez de crescer, a demandau com os investimentos, trazendo descasamento.

Nova lei

a uma criação de contratos exigiu lei para permitir uma devolução dos contratos. Se num processo de concessão normal, o prazo é alto, numa relicitação as dificuldades são ainda maiores.

Depois do processo de análise de prazo, é preciso contrato de 24 meses, audiências de análise, público do Tribunal de Contas da União (TCU) e preparação do edital, diz a secretária do Ministério de InfraestruturaNatália Marcassa.

No da Via 040, primeira a ser devolvida, em 2019, o tempo foi suficiente e um novo aditivo não foi assinado. O processo deve ser enviado ao TCU em abril e espera-se fazer o leilão até dezembro.

São Gonçalo do Amarante está dentro do prazo e pode ser solicitado entre julho e agosto. As demais concessões só em 2023.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here