Ministério da Agricultura terá “de azeite” para ajudar na verificação somme

Na tentativa de identificar os métodos de verificação do mercado de azeites no Brasil, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento começará a reunir pessoas que conseguirão se o produto é verdadeiro, virgem ou virgem extra virgem.

A iniciativa vem pouco tempo após cerca de 150 mil garrafas de azeite de 24 marcas no produto produtos do Brasil das prateleiras de seis estados por irregularidadesem dezembro do ano passado.

Segundo a pasta, a operação, chamada de Painel de Análise SensorialFaz uma série de iniciação em 2017 para aumentar a fiscalização e melhorar a qualidade do que chega ao consumidor.

À CNN, o Ministério explica que o grupo será formado de, no mínimo, 12 voluntários, que não precisam ter experiência prévia na área para participar da iniciativa. O requisito mínimo para participar é ser alfabetizado (e, claro, ter paladar e olfato aguçados).

Esses painéis de azeite – que, na prática, serão uma espécie de “sommeliers de azeite” – passarão por treinamentos semanais, comandados por um membro do Conselho Oleícola Internacional (COI). Eles identificam, identificam o produto apropriado, identificam os aromas e identificam o produto de boa qualidade e treinam seus sentidos para identificar o produto está sendo vendido com o rótulo.

Glauco Berto, Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, explicou que, ao longo dos anos, novas modalidades de fraudes vinham surgindo e sendo aprimoradas conforme as fiscalizações avançavam.

No começo, uma análise química era suficiente para atestar a qualidade (ou falta dela) em um produto importado para o país, explica Bertoldo, já que as irregularidades correspondem, basicamente, a uma mistura de óleo de soja com corante.

Hoje, a situação está um pouco mais complicada. “Chega que produz um ponto que atuará como um ponto que atua no mercado virgem ou extra brasileiro”, diz que os países produtores não estão disponíveis aqui no mercado de baixa qualidade ou no mercado brasileiro, diz Gla.

“O papel do sensorial é justamente nos dar a habilidade de uma fiscalização.” painel mais apurada destes produtos

Esses ensaios químicos químicos de determinação de preços. Quanto mais ácido é oxidado, menos qualidade o azeite tem. A memória ocorre à medida que o envelhecer ou é armazenado incorretamente. O diretor explica que, neste aspecto, o azeite e vinho se contrapõe: quanto mais novo um, melhor.

Treinamento

Apesar de o treinamento ser on-line, o painel segue regras rígidas: os painelistas devem encontrar uma amostra do azeite aquecido a 28 graus Celsius –temperatura que mais ajuda os avaliadores a captar os atributos sensoriais.

Para um azeite um veredito, todos os participantes analisam o cheiro e gosto dos produtos para determinar se o produto será ou não aprovado, e a classificação ocorre pela mídia das notas.

Caso haja um desvio muito significativo, a amostra precisa ser reavaliada em outro momento.

Apesar de ainda não haver dados de implementação determinados, Bertoldo avalia que o Painel de Sensorial entrará em vigor antes da páscoa, será uma iniciativa perene do Ministério. Ele ainda afirma que visa iniciar os painéis nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

*Sob supervisão de Ligia Tuon


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