Alemanha recebe da Ucrânia sem olhar

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Com mais de 1,5 milhões em fuga da invasão russa, ministra alemã do interior quer “salvar vidas, isso não depende do passaporte”. Estação de trens de trem de Ucrânia é prova da onda de solidariedade aos refugiados da Ucrânia. vidas, isso não depende do passaporte.”

A declaração da política socialdemocrata chegará entre, inclusive das Nações Unidas, iniciará o tratamento racista para tentar do conflito e iniciará pela Rússia. Mas quer mudar essa narrativa, a começar por sua estação central Berlim.

Lá, milhares de cidadãos da Instituição na Ucrânia estão sendo recebidos por voluntários e cidadãos anônimos, ajuda, alojamento, bens essenciais e outros. Eles chegam aos milhares, a cada dia, muitos trazendo pouco mais de uma mochila, levando crianças pela mão ou no colo.

Comum a todos é o cansaço de horas de viagem e de incertezas sobre o presente e o futuro. A sua memória espera5.

A dedicação dos voluntários

Logo na fachada, a estação no centro berlinense ostenta as cores da bandeira ucraniana, cartazes e símbolos pintados de azul e indicam o caminho para o piso inferior. Uma parte do edifício foi adaptada e adaptada à chegada dos procedentes da Polônia.

É o caso de Natalia, que traz a filha pela mão, irmão e pai para trás, para combater pelo país. A família é de perto de Radekhiv, entre as cidades de Lutsk e Lviv, ela trabalha numa escola. Ela fez uma pausa em Varsóvia, onde ficou com um familiar, e neste domingo (06/03) vai seguir com sua criança para o sul da Alemanha, onde uns amigos as hospedarão.

“Estou cansado até para falar. Tento não chorar mais, para não se preocupar com minha filha, mas sinto uma tristeza muito grande, não dá para explicar. Tenho sorte, porque algumas pessoas conhecem, mas só a minha conta Natalia.

De colete amarelo fluorescente, Tatijana, de origem russa, vem oferecer ajuda. É seu primeiro dia como voluntário na estação de trens da capital alemã. Ela conta que hoje muitos se ofereceram a ajudar, que muitos tiveram de voltar para casa.

“Eu não podia ficar simplesmente sentada em casa sem fazer nada. Não há Estou ajudando porque falo a língua. Quando chegam, tento perceber do que precisam e encaminhá-los para o melhor local”, relata à agência de notícias Lusa.

População oferece alojamento em Berlim

No interior do edifício da central de ajudas estão bem escolhidos como vários deles chegam. Há um ponto para carregar os telefones celulares, outros com bebidas quentes e alimentos, uma zona com roupa em cabides e calçados alinhados no chão, outra com mantas e agasalhos.

Com muitas crianças entre os refugiados, uma grande torre com crianças também se destaca, em outra área de apoio. Ainda oferece alojamento da estação e dos cidadãos comuns, num corredor, com cartazes feitos à mão.

“Três a quatro camas na nossa casa para uma família pequena com duas crianças e uma mulher, por vários meses”, lê-se num cartão. Muitos dos que suportam casa não falam russo nem craniano, mas acredita em outras formas de comunicação.

Entre os que disponibilizam alojamento, está Aleksei, de Omsk, uma das maiores cidades da Sibéria. Vivendo sozinho em Berlim, ele registrou seu apartamento numa plataforma de alojamento temporário para oferecer várias semanas em Berlim, e um sofá-cama para um ou dois viajantes.

“Não sei como é que a guerra vai terminar. Ficou claro que o plano de [presidente russo Vladimir] Putin e que está indo na direção errada. Eles esperavam uma ‘vitória-relâmpago’ ou uma ‘operação especial’, como dizem os jornais russos. Em vez disso, recebeu uma resposta firme do povo ucraniano”, reforça o voluntário.

mãe é de Donetsk, na província de Donbass, no leste ucraniano, desde 2 2 cenário dos prós choques entre as tropas de Kiev e forças separatistas-russas. “De uma coisa estou certo: esta guerra vai deixar muita gente necessitada de ajuda. Seja quem foge da Ucrânia, seja quem teve de ficar”, lamenta Aleksei.

Desde que, manhã de 24 de fevereiro de 2022, a lançou sua criançaram militar contra forças de três forças na Ucrânia, com forças de forças de Kiev já contabilizaeios em cidades.

“É só o começo, o número de refugiados vai aumentar”

As horas passando na estação central de Berlim, e mais um trem da Polônia está para chegar. Por um alto-falante improvisado, uma das voluntárias vai dando orientações aos colegas. Todo mundo que chega deve ser ajudado, sem ter que apresentar passaporte, independência da nacionalidade, sexo, cor ou idade.

Mais um fim, ouça-se palmas e procurem saber dos dias que estão ali há horas para ajudar. “É só o começo, o número dos primeiros a tentar continuar a aumentar”, tendo concluído o primeiro dia da sua missão inicial.

A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula em mais de 1,5 milhão o atual total de refugiados, ucranianos na Polônia, Moldávia, Romênia e outros países. Só na Alemanha, já segundoiam os 30 mil, os bons oficiais.

Em 3, a União Europeia pode contratar até um contrato de proteção temporária de proteção, que pode permanecer nos países do ano sem ter que solicitar três formalmente asilo. Segundo o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) trata-se da crise migratória de crescimento mais rápido na Europa, desde a Segunda Guerra Mundial.

av (Lusa,KNA,AFP,ots)


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