Tcnico do Corinthians faz alerta sobre Cssio, pede tempo para treino e quer time marcando alto

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O técnico Vítor Pereira acredita que, para dar certo, o Corinthians vai precisar marcar seus adversários cada vez mais no campo do adversário. Quase que automaticamente, o treinador estreante neste sábado, na derrota contra o São Paulo, no Morumbi, fez um alerta sobre o que vai exigir do goleiro Cássio.

“Dificilmente seremos uma equipe forte defendendo em bloco baixo, não é uma característica dos jogadores que temos. Pretendemos que o bloco passe de intermédio pra alto, torná-lo o mais alto possível. O goleiro tem que se transmitir confiança necessária para jogar alto, encurtando o espaço entre ele e a linha”, comentou Pereira após o revés, explicando o que fez para trabalhar nesse sentido durante a semana.

“O que pedi nesses três dias de trabalho foi para as linhas estarem mais curtas. Com o goleiro em cobertura defensiva, ele está fazendo e fez com qualidade. (O gesto de) abrir os braços foi para abrir o campo, abrir a largura. Nós, as vezes, caímos no erro de fazer movimento de aproximação ao lado da bola e isso tira a capacidade de jogar do outro lado”, criticou.

Assumindo a responsabilidade pelos erros táticos, Pereira voltou a repetir que espera ver o time do Corinthians cada vez mais com a posse de bola. Para ele, encontrar esse jogo dominante será a chave do sucesso alvinegro em 2022 – contra o São Paulo, a equipe teve 69% de posse de bola.

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Cássio observa o time próximo da sua área durante o jogo; goleiro será exigido para encurtar distância entre a linha da defesa e o gol

Rodrigo Vessoni/ Meu Timão

“Temos que encontrar um jogo dominante com bola e mantermos o ritmo. Temos que ter a bola, ser agressivos depois de perder a bola. Temos que melhorar a dinâmica, o desequilíbrio, a diversidade dos movimentos e ferramentas para ferir o adversário. Para isso, é preciso de tempo. Nesses dois dias, vimos nos 30 minutos, onde tivemos paciência, com a intenção de ter a bola. Criamos algumas situações de gols. Aquela intenção de reagir após a perda da bola, conseguimos vislumbrar nestes 30 minutos. O adversário se colocou em vantagem desde o primeiro minuto e foi se ajustando em torno de um erro nosso, dificultou o nosso trabalho. Esses 30 minutos já deu para ver, mas precisamos melhorar a dinâmica ofensiva da equipe”, observou.

Na busca por pressionar o adversário no segundo tempo, o português contou o que queria da equipe ao colocar Gustavo Mosquito como um ala na vaga de Fagner. Ele admitiu, porém, que a falta de tempo de trabalho impossibilitou que a troca fosse efetiva e que houve um erro de posicionamento no momento do gol do São Paulo.

“A intenção é, como um ponto de partida, ter largura total no jogo. Os extremos, tanto Willian quanto Giuliano, depois têm a liberdade para ir para dentro, trocar de posição. Se eles fecharem por dentro, temos que ir por fora, se eles fecharem por fora, temos que ir por dentro. Agora, o ponto de partida para mim de uma equipe que quer ter passe é ter uma equipe com o campo grande, bem espaçado. Naturalmente temos que melhorar nossa capacidade de reação à perda, nossa capacidade de controlar o adversário quando chega ao fundo, como no gol, porque o nosso posicionamento defensivo não esteve acertado. Portanto temos que melhorar, temos que trabalhar”, continuou.

Bastante calmo para explicar o que viu de errado e o que precisa mudar nos próximos jogos, Pereira afirmou que os mecanismos do time, principalmente na hora de reter a posse de bola e bagunçar a defesa adversária, serão aprimoradas à medida em que a comissão técnica tiver mais tempo com o elenco.

“Temos jogadores fundamentais na equipe que já têm uma certa idade, naturalmente teríamos que jogar um jogo não de transições, não para correr 50,60,70 metros, esse não pode ser o nosso jogo. Nosso jogo tem que ser circulado, de paciência, às vezes sei que queremos ir mais depressa, mas também acarreta o risco de maior perda de bola. Perdemos muitas bolas, vamos ter que reagir constantemente a isso, e vamos ter que defender mais. Vamos ter que encontrar o equilíbrio entre uma circulação de qualidade, com paciência, temos que melhorar, e essa é a grande dificuldade, foi a falta de tempo de trabalho, porque nossos movimentos, nossa dinâmica ofensiva tem que ser mais provocatória, de mais tentativas e movimentos, de intenção, de provocar o adversário e aparecer nos espaços, e nos faltou muito isso. Circulamos, mas circulamos muitas vezes a largura sem dar a profundidade que era necessária, portanto esses são aspectos que temos que melhorar. Temos que ter paciência, não podemos ter a bola de um lado e não chega, e ir todos para o lado da bola e deixarmos de termos largura completa do jogo. Sabemos exatamente o que temos que trabalhar e é isso que vamos fazer, vamos trabalhar os erros desse jogo, aquilo que fizemos bem e mal, e vamos melhorar. É um processo que demora seu tempo, não é em três dias que conseguimos passar a ser impressionantes. Conseguimos criar algumas situações de gol, que não concretizamos, agora precisamos prolongar isso”, encerrou.

Veja mais em:
Corinthians x So Paulo, Majestoso, Vtor Pereira e Cssio.

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