Indústria de fertilizantes no Brasil vê impulso com preços e plano do governo – Money Times

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Fertilizantes
O Brasil importa cerca de 85% do seu uso de fertilizantes ricos em potássio, que enfrenta uma função do conflito e de utilização do uso, que já está em curso contra a Bielorrússia (Imagem: Pixabay/Notpicture)

A promessa do governo brasileiro de lançamento ainda neste mês um aguardado Plano Nacional de Fertilizantes renovou esperanças do setor, que vê possibilidade de aumento da demanda local, cujo desenvolvimento tem sido de aumento do ambiente atrativo pouco para os apoios da forte demanda nacionaldubos, segundo as associações de ouvidos pela Reuters.

O governo já vinha elaborando medidas para reduzir a grande dependência externa de fertilizantes, mas o tema ganhou destaque depois de a Rússia maior fornecedor para o Brasil iniciar ataques contra a Ucrânia e levantar temores de desabastecimento.

O Brasil importa mais 85% do seu uso de fertilizantes ricos em potássio, que enfrenta um “garga” em função do conflito e de utilização do uso, que já estava em curso contra a Bielorrússia, importante produtor. No caso dos potássicos, as compras externas do país somam 96% do consumo.

“Espero que o plano nacional impulsione o setor. É algo necessário. O governador está consciente disso. Ele já trata desse assunto há muito tempo”, disse o diretor de Sustentabilidade e Assuntos Regulatórios do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Julio Nery.

O diretor destacou esperar os ataques ambientais ligados a um mapeamento geológico, tributários de licenciamento ambiental de empresas mineradoras, questões de questões e desenvolvimento de tecnologias de financiamento.

O Brasil tem hoje a contaminação também de fertilizantes convencionais, no Complexo de Hemisféricos Mineroquímicos.

A capacidade do empreendimento é de 00 mil tolerâncias de intervalo de 4 anos por ano.

Mas a ausência de outros empreendimentos no país não é por falta de potencial geológico, disse Nery à Reuters.

Ele destacou que há grandes expectativas com o conhecimento ambiental em Autas, na Amazônia, que enfrenta dificuldades para pesquisa de pesquisas, além de outros depósitos com bons exemplos, mas que ainda exige licenças minerais.

O projeto citado por Nere, Potássio do Brasil, provavelmente produzirá 2,4 milhões de toneladas da matéria-prima de fertilizante, potencialmente enfrentado por mas perto de terras indígenas.

Outras iniciativas já estão em curso no Brasil, apesar do setor ver a necessidade de mudanças no ambiente regulatório para que haja mais investimentos.

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A fonte para a produção do adubo da Verde Agritech é o siltito glauconítico, rocha de cor esverdeada que, embora utilizada há 200 anos nos EUA, é uma novidade no Brasil (Imagem: Reuters/Pascal Rossignol)

Alguns, contudo, ganharão impulsos adicionais à demanda do conflito no Leste Europeu e da alta nos projetos.

A Verde Agritech anunciou na antecipação de seus milhões de planos de investimentos em Minas Gerais, podendo alcançar capacidade de produção de 3400 mil planos de programação neste ano em grande quantidade para 2021.

A fonte para a produção do adubo da Verde Agritech é o siltito glauconítico, rocha de cor esverdeada que, embora utilizada há 200 anos nos EUA, é uma novidade no Brasil.

Diversificação de Supridores

Além da necessidade de estimular a produção nacional, o setor de fertilizantes defende ainda uma por ampliar a base de produção do país para poucos produtores, disse o diretor-executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) , Ricardo Tortorella.

Segundo, metade dos cerca de 1 milhões a 1 milhões de toneladas de dados da disposição de 102 e 1, inicialmente estimada, metade de cerca de 1 milhões a 1,0 milhões de toneladas de dados da Rússia e da Belarus. No momento, a e conflitos a Bielorrússia restringem os conflitos.

“O custo de produção atual (de fertilizantes no Brasil, ainda é mais barato) buscar do outro lado do mundo”, disse Torella não dá para mudar as expectativas com o plano do governo para esse cenário.

Segundo ele, o Brasil será autossuficiente em fertilização do plano governamental precisa também de estratégias que abram novos canais, mercados e parceiros comerciais, aprimorados com aprimoramentos em logística também.

Tortorellaou que as entregas dos produtos agrícolas, mesmo países, com alta safra dos produtos agrícolas, diante de uma região com alta demanda de produtos agrícolas, mesmo diante de uma Índia e também de preços altos em outros anos, como a Índia e também exige uma forte safra dos produtos agrícolas, diante de uma forte demanda em outros anos.

Nesta semana, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o plano governamental para fertilizantes deve ser lançado possivelmente entre os dias 20 e 29.

Ela comentou que o programa buscará minimizar gargalos de legislação tributária e principalmente os problemas ambientais relacionados, para o desenvolvimento nacional do setor.

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