Após prédios destruídos em Kharkiv, russos dizem ter feito Kherson

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Como imagens da explosão na sede do distrito e policial de uma universidade de Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia foram as últimas registradas no ataque ao país nesta quarta-feira (2/3). De acordo com os ucranianos, 21 pessoas morreram em um dia no local, ou qual a Rússia disse que desembarcou tropas nos últimos momentos.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o prédio em chamas e a rua coberta por destroços. Veja abaixo:

Tropas russas aerotransportadas chegaram, na madrugada, a Carcóvia, segundo o Serviço de Segurança do país. Os ucranianos que defendem os russos se combatem intensos com forças locais. Há também relatos de que houve um incêndio em um hospital. A está cercada há dias e ao menos sete pessoas nesta terça-feira (1º/3), quando a sede da administração regional foi atingida por míssil, e mais 14 nesta quarta.

Enquanto Kherson, no Mar Negro, no citado da Ucrânia, os russos e ditos da Ucrânia, disseram o controle da prefeitura da cidade, pela mídia local, informou a Agence France-Press .

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Os ataques russos à Ucrânia

A Ucrânia viveu nesta terça-feira o 6° dia de ataques. O confronto foi iniciado em 24 de fevereiro. Kiev e Kharkiv estão sob fortes bombardeios – civis foram alvejados.

Um míssil foi disparado contra uma torre de transmissão de TV em Kiev, capital ucraniana, e deixou ao menos cinco pessoas mortas, segundo a Ucrânia.

A violência da Ucrânia tem chegado a níveis antes da guerra inimagináveis. Com cidades sitiadas pelas tropas russas, o presidente Volodymyr Zelensky voltou a pedir apoio da comunidade internacional. O Exército russo ampliou o megacomboio que cerca Kiev, capital ucraniana e coração do poder. As tropas, que cobrem uma extensão de 64 milhas, se aproximam da cidade.

Com os ataques cada vez mais violentos, Zelengiu um cessar-robusto da população e do Exército.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate pela causa da adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada Estados Unidos. Na prática, Moscou vê essa possibilidade como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Bielorrússia e Ucrânia existem desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

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