Crédito com garantia de imóvel teve crescimento de 35,7% em janeiro

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O começo do ano é sempre cheio de contas e gastos: é pagamento de IPTU e IPVA, matrícula e material escolar, férias, etc. Tudo isso logo depois das festas de fim de ano, quando tradicionalmente se gasta mais com presentes e festas.

Esse contexto aliado à vontade de tirar os projetos do ano do papel, impulsionou a busca pelo crédito com garantia de imóvel. A opinião é de Maria Teresa Fornea, VP de Home Equity da Creditas, a modalidade de crédito com garantia de imóvel. A avaliação é corroborada por dados.

De acordo com o levantamento mais recente da Creditas fintech de crédito, a categoria de empréstimo com garantia de imóvel teve um crescimento de 35,7% em janeiro desde ano se comparado ao mês anterior.

Segundo o levantamento, os principais motivos que levaram os consumidores a procurarem a modalidade de home equity foram para investir no próprio negócio (24%), reformar residências (23%) e adquirir novos bens (22%).

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Tradicionalmente, os primeiros meses do costumam ter uma maior busca pro crédito, justamente para arcar com as despesas programadas como pagamento de impostos. “Além da concentração de gastos, as pessoas estão mudando ciclos e querendo resolver as coisas”, afirma Maria Teresa. Este ano, contudo, a busca pela modalidade foi maior. “Notamos um aumento de busca orgânica pela modalidade de crédito e acreditamos que isso é um efeito de mais pessoas descobrindo os empréstimos com garantia. Ainda assim, cerca de 80% dos nossos clientes que acessam o home equity não conheciam essa modalidade de crédito quando nos procuraram”, informa.

Cenário econômico

Para Maria Teresa, mais um fator pode ter impulsionado as buscas: o aumento da taxa básica de juros da economia. “O custo do crédito aumentou para todo mundo. Mas enquanto a Selic cresceu cerca de cinco vezes, o preço do crédito com garantia de imóvel subiu entre 15% e 18%”, diz.

Além de ter subido menos que outras linhas de crédito, como cheque especial e empréstimo pessoal, a modalidade tem, segundo Maria Teresa, o benefício do prazo. “No final do dia, temos pouco volume relativo de crédito na economia, porque as pessoas ficam pedalando em créditos muito curtos. Enquanto o empréstimo com garantia pode ter um prazo de 20 anos, essencial para liberar fluxo de caixa e transformador e para brasileiros que comprometem muito da sua renda mensal com pagamento de juros”, diz.

Para ela, que trabalha no setor há 13 anos, o que falta para o setor que tem um potencial de mercado de R$ 500 bilhões, é que os proprietários de imóveis passem a enxergar seu patrimônio como uma forma de alavancagem, como acontece entre os cidadãos americanos e suas hipotecas. “Quando procuramos qualquer coisa, costumamos olhar para o melhor custo-benefício. Com o crédito deveria ser a mesma coisa”, afirma.

Um dos entraves é a desconfiança de clientes em colocar parte do patrimônio ou todo ele como garantia de um empréstimo. “O que as pessoas não percebem é que ao fazer isso, poderá economizar 80% do custo efetivo total da dívida. E se escolher uma linha de crédito que sufoque, estará, na verdade, colocando todo o seu patrimônio em risco”, diz.

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