Agora aliado de Alckmin, PT terá que afinar discurso em SP

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A esquerda de São Paulo quer entender qual discurso o PT pretende adotar para eleger Fernando Haddad ao governo estadual. Com Geraldo Alckmin na vice de Lula, o partido não poderá usar chavões clássicos na eleição, como criticar o número de pedágios nas estradas paulistas.

Haddad tem dito a interlocutores que o apoio de Lula e Alckmin será mais do que suficiente para chegar ao segundo turno e vencer a eleição. O partido, no entanto, terá de estudar como mudar a retórica a ponto de criticar a gestão de João Doria sem chamuscar o antecessor do tucano, que governou São Paulo por quatro mandatos.

Na conversa com Lula na última terça-feira (22/2), Márcio França disse ao ex-presidente que a esquerda está perdendo tempo ao não pensar numa estratégia de campanha. França chamou a atenção para o potencial de crescimento que Tarcísio de Freitas poderá apresentar no estado.

O ministro da Infraestrutura será o candidato de Bolsonaro ao governo de São Paulo e registra uma das menores rejeições entre todos os políticos que pretendem concorrer ao cargo. Uma pesquisa encomendada pelo Palácio do Planalto apontou que Tarcísio tem 25% das intenções de voto, mas os números diferem de todos os levantamentos conduzidos pelos principais institutos do país até aqui.

Ao menos por enquanto, o PT espera que o adversário de Haddad no segundo turno seja o vice-governador Rodrigo Garcia, que senta na cadeira em abril com a desincompatibilização de João Doria.

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