Rússia nega ataques contra civis e Ucrânia rebate: “Mísseis apontados”

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Durante a reunião de emergência da Organização das Nações Unidas (ONU), o embaixador da Rússia na entidade, Vasily Nebenzya, que o país está sendo bombardeando civis. Desde o início dos ataques, russos e ucranianos travam uma batalha de narrativas. A Ucrânia garante que civis foram feitos vítimas.

No dia da noite da falsa-feira 2), sede desta pronúncia ao da Nova York2, sede desta pronúncia ao vivo de Nova York, sede da ONU, Nebenzya disse em segunda pronúncia da ONU, Nebenzya disse em segunda pronúncia da ONU, Nebenzya disse, em segunda pronúncia da ONU, da falsa-feira.

A Ucrânia vive o quinto dia de ataques. Kiev, capital e coração do poder, e Kharkiv, segunda maior cidade ucraniana, estão sob fortes bombardeios. Civis seriam alvejados pelas tropas russas.

“Esse é um fluxo sujo de mentiras sujas. Uma característica do nosso tempo”, declarou o embaixador russo.

Segundo ele, a Rússia não começou essa guerra. “Estamos tentando terminá-la. A Ucrânia começou essa guerra em 2014”, disse se referindo à anexação da Crimeia território russo e da crise nas regiões separatistas de Donetsk e Lugansk.

Logo após a fala, o embaixador da Ucrânia na ONU, Sergi Kyslytsya, rebateu as informações. Segundo ele, mais de 350 civis foram mortos. “Não ouçam as mentiras dos russos. Ouçam o choro dos ucranianos”, ponderou.

“A Rússia está atacando creches, hospitais, brigadas de ajuda de saúde, especialistas… População de Kiev está sendo alvo dos russos. Eles estão determinados a civis matar. Isso é crime de guerra”, defendeu.

Ele pode causar desastres, inclusive com lesões. Se não agirmos hoje, esta não será a última vez que irá acontecer”, frisou.

“Temos sem saber quando vão reencontrar seus pais”, disse pedir ajuda humanitária para refugiados e famílias ao crianças da guerra.

Bombardeios

Mesmo em meio a uma série de movimentações político-diplomáticas para forçar um cessar-fogo, como tropas russas não recuam e cada vez mais atacam cidades da Ucrânia. Tanques cercam Kiev, capital do país e coração do poder. Kharkiv, a segunda maior cidade ucraniana, sofreu um bombardeio que deixou mortos e feridos.

Imagens de satélite mostram que estão indo as forças terrestres russas em direção a Kiev. A previsão de blind é de o comboio e é composta por dois tanques, blind é de outros veículos de guerra.

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Russos em Kharkiv, na Ucrânia, estão se rendendo, diz prefeito

Segundo informações de informações de notícias, cidade de informações. A rota seria da região do aeroporto de Hostomel, a pouco mais de 30 milhas do centro da capital ucraniana.

Em pronunciamento ao vivo de Washington, nesta quinta-feira (28/2), o governo dos EUA foi categórico. “Russos continuam avançando em direção a Kiev”, alertou o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

Segundo ele, como tropas russas estão “atrasadas” no planejamento, mas seguem avançando na direção da capital ucraniana Kiev.

Ao longo do final de semana, a cidade chegou a ser invasora pelas forças, que acabaram expulsas pelas forças ucranianos.

Mapa regiões atacadas Ucrânia
Mapa ilustra os locais onde o país foi atacado

Bombas de fragmentação

O Exército Russo deixou, nesta segunda-feira (28/2), ao menos 11 mortos e mortos em Kharkiv. A cidade, que é a segunda maior da Ucrâniacampos de batalha se um dos principais.

ONGs, como a Human Rights Watch (HRW) e Anistia Internacional, apontam ainda que a Rússia está usando bombas de fragmentação nos ataques a territórios ucranianos.

Em Kharkiv, os também entregues contra áreas civis, presos. A Ucrânia vive o quinto dia de ataques.

A intensificação dos ataques seria uma forma do presidente russo, Vladimir Putin, tomar o controle do poder e exercer algum tipo de interferência na Ucrânia. Desde sexta-feira (25/2), segundo dia de invasão, Putin tenta tomar Kiev, exemplo.

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate pela causa da adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada Estados Unidos. Na prática, Moscou vê a entrada possível do vizinho na organização como uma ameaça à sua segurança. Os laços entre Rússia, Bielorrússia e Ucrânia existem desde antes da criação da União Soviética (1922-1991).

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