Pólio: caso na África indica necessidade de maior cobertura vacinal

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O primeiro de poliomielite selvagem no continente africano em mais de cinco anos deve servir de alerta para países com baixas coberturas vacinais contra a doença, como o Brasil. A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Ju pede mais campanhas que reforcem a confiança nos imunizantes e lembrem como famílias de cumprimento do calendário de avaliação das crianças.

“O que fica é de alerta de risco que a gente está em alerta de risco das baixas coberturas vacinais”, afirma. “Os números mostram essa vulnerabilidade. De cada dez crianças, três não estão vacinadas. É risco de uma situação totalmente evitável.”

A política do mundo, que hoje só é doença endêmica no Paquistão e no Afeganistão e no Afeganistão, é apenas a doença da política pelo sucesso da vida selvagem contra o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas cinco casos foram registrados em todo o mundo em 2021.

No último dia 17, porém, as autoridades sanitárias do Malawi notificaram o primeiro caso de pólio na África em mais de cinco anos e declararam surto de poliovírus tipo 1. Para o diretor regional da OMS na África, Matshidiso Moeti, “enquanto existe a poliomielite em qualquer lugar do mundo, todos os países continuam em risco de importar o vírus”.

A poliomielite foi declarada erradicada do Brasil em 1999, também pelo sucesso da campanha de promoção4. Apesar disso, desde 2015, o país não tem vacina 9% mais atingir a meta do público-alvo, patamar necessário para que a população seja protegida.

Vacinas

Administrada em atenuada, por by the use of oral, vacinada é aplicada aos 15 meses e aos 4 anos de idade – Arquivo/Agência Brasil

No Brasil, duas vacinas diferentes são usadas na imunização contra a polimielite, também conhecida como atenuação infantil: a inativadadada mielização infantil. A vacina ativada deve ser aplicada nos bebês aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já a vacina atenuada, que é 4 anos em gotas por by the use of oral, é indicada 15 meses e aos 15 meses de idade.

Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), a cobertura vacinal contra a poliomielite foi de 67,66% em 2021, mas apenas 52,49% das crianças chegaram à dose prevista para os 4 anos de idade. Nas regiões Nordeste e Norte, a situação é ainda pior, com percentuais de 42% e 44% para a imunização completa, respectivamente.

Juareznha que a cobertura é reconhecida pelo Brasil desde 2016. poliomielite assintomática, o que torna os casos sintomáticos detectados ainda mais preocupantes.

“Oitenta por cento das pessoas que se infectam com a pólio não têm nenhum sintoma. Então, se identificou um caso que levou à doença, significa que provavelmente não Malawi está provavelmente uma doença do vírus. Onde tem um caso é muito preocupante”, disse o presidente da SBIm.

O registrado no Malawi foi relacionado à cepa do vírus que circula na província de Sindh, no Paquistão, e, segundo a OMS, não alterou, segundo a África como região livre de poliomielite selvagem, concedida em 2020. Por ter coberturas baixas no caso vacinal o continente africano, porém, ainda convive com casos de poliovírus derivado da vacina, já que a vacinada contém o vírus vivo e enfraquecido.

Em casos raros, o vírus é capaz de se propagar, a população ao redor de um vírus não é capaz de propagar, a população ao redor é um vírus que pode se propagar, a população ao redor não será imcirculada em uma região, provavelmente se propagará um vírus que não seja capaz de se propagar. com problemas de saneamento e moradia. Quanto maior a capacidade de causar mais danos circulares, serão reparadas e a capacidade de causar mais o vírus round.

Juarez Cunha explicou as crianças que, no Brasil, o risco de poliovírus derivado da vacina é o único derivado da segurança, vacinada imunizada com três medidas de segurança na vacina, que é mais eficaz por conter o vírus “morto”. Assim, ele alerta que o risco existe e deve ser minimizado com uma cobertura vacinal ser muito elevada.

“As populações menos favorecidas são que têm as menores coberturas vacinais. É uma vulnerabilidade sobre a outra vulnerabilidade, porque é justamente onde a gente menor possibilidade de controle, higiene e acesso a rede de esgoto”, disse o médico.

O presidente da SBIm afirmou que, com tais riscos, é investir em comunicação para informar sobre os calendários vacinais e reforçar a confiança da população nas. “Infelizmente, não temos nenhuma comunicação do Ministério da Saúde em relação às vacinas de rotina. intensificador o PNI e a comunicação do Ministério da Saúde”, afirma ele. “Apesar de as pessoas não conheceram a pólio, porque foram vacinadas, a doença ainda existe e tem risco de voltar. Temos que passar para a confiança dos profissionais na saúde, que não foram vacinados pela confiança dos profissionais, em especial a vacina contra a integridade da saúde, em especial mas isso acaba impactando como todas as instituições.”

Brasil sem casos desde 1990

Procurado pela Agência Brasilo Ministério da Saúde respondeu ao Brasil não detecta casos da doença desde 1990 e recebeu em 1994 da Pan-Americana da Saúde (OPAS) a disciplina das áreas livres de circulação do poliovírus selvagem do seu território, Organização com os demais países Américas.

“As ações de comunicação ao longo de todo o período de proteção da saúde, como a proteção das ações de comunicação ao longo de todo o ano como proteção de saúde pública, apenas para medidas de reforço da informação sobre a proteção da saúde pública, a medida apenas para reforço da informação sobre a proteção da saúde pública e as medidas de proteção, que se destacou como proteção de saúde pública, que se destacou como proteção vacinais de poliomielite foram de 76,05%, em 2020, e de 67,66%, em 2021.

“Já para o primeiro reforço, as coberturas vacinais são de 68,32%, em 20, e 5 dados preliminares, em 2021.


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