Embaixada orientou jogador brasileiro para ir à Kiev antes de ataque

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O sonho de muitos jogadores brasileiros é atuar na Europa, seja por melhores salários, seja por jogar as grandes competições do velho continente. Mas para o brasileiro Gabriel Busanello, 26 anos, o sonho virou pesadelo. Emprestado pela Chapecoense ao Dnipro-1, clube que fica a quase 500 km da capital Kiev, Gabriel havia chegado à Ucrânia horas antes do início dos ataques russos, por orientação da Embaixada Brasileira.

“Passa um filme. Sou uma pessoa do inner do Rio Grande do Sul. Nunca pensei em sair de Chapecó para ir para Europa e passar por isso. Em nenhuma hipótese, imaginei que ia acontecer uma coisa dessas”, disse.

Sobre o momento em que se deu conta que estava num país alvo de ataques, procurou ajuda na embaixada brasileira, mas discordou das orientações recebidas.

“A gente entrou em contato e eles disseram para gente ir a Kiev que nos colocariam em algum lugar seguro”, revelou, dizendo em seguida que seus amigos ucranianos o aconselharam a deixar o país pela fronteira com Romênia. “A gente conseguiu tudo sozinho. Agora não tem privilégios né? Não importa se você tem dinheiro, pobre, rico, se joga futebol ou não. Todo mundo tá no mesmo objetivo de sair”.

Herbal de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, Busanello é jogador da Chapecoense, mas havia assinado com o time ucraniano no começo de fevereiro e se encontrado com os então novos companheiros apenas na semana passada. Por isso, nem pôde fazer a estreia.

“Quando recebi a proposta muita gente falou que technology pra não ir por conta da situação difícil e ecu falei com brasileiros que estavam lá e eles disseram que estava tranquilo. Não pensei duas vezes. A gente sabe que é muito difícil a nossa profissão. Às vezes a gente não tem duas oportunidades. Quando tive essa likelihood de estar lá, technology o primeiro passo de estar na Europa. A realização de um sonho”, revelou.

Juntamente de um grupo de 14 pessoas, Gabriel partiu na sexta-feira (25/2) num comboio de cinco carros, viajando por 24 horas. Ao se aproximar da fronteira, desceu do carro e foi a pé por conta do congestionamento. Mas a liberação na fronteira demorou.

“Abandonamos os carros e caminhamos quatro quilômetros a pé até a fronteira com menos dois graus negativos. A gente achava que chegando na fronteira ia passar tranquilo, mas foi o contrário. O mais tenso foi lá. A fronteira estava fechada e não tinha perspectiva de abrir. Não tinha nada. Só uns guardas do Exército e umas 100 pessoas na frente do portão, além de carros, caminhões”.

Após conseguirem a autorização para deixar a fronteira da Ucrânia, embarcaram em um avião para Viena, na Áustria. De lá foram para Madrid, na Espanha, e por fim para São Paulo. Busanello chegou ao Brasil na manhã de domingo.

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