Bebendo demais? Responda 4 questões para avaliar seu consumo de álcool

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O consumo de bebidas alcoólicas está presente em encontros com amigos e reuniões familiares, mas pode mudar a quantidade de doses ingeridas e a frequência do uso do controle.

A transição entre o “beber socialmente” e ingesta abusiva nem sempre é percebida, mas alguns sinais servem de alertasegundo especialistas.

Se o consumo de álcool começa a atrapalhar relações e tarefas, se uma tentativa de evitar uma substância gera uma síndrome de abstinência e se a pessoa começa a aumentar o quantity de bebida ingerida para atingir o mesmo prazer, pode ser um caso de dependência ou uso abusivo de álcool.

De acordo com Zila, professora do departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp De os) para o diagnóstico se baseiam nos três problemas sociais, biológicos e psicológicos causados ​​pelo consumo de graus: leve, moderado ou grave.

“Se a pessoa apresenta fissura, que é aquela vontade muito grande de consumir álcool; se ela bebe e precisa de mais doses para ter o mesmo prazer que tinha antes,-se uma tolerancia, esses alguns dos sintomas. Outra família, por exemplo, é a síndrome de abstinência que é quando a pessoa fica sem o álcool e começa a passar mal, ou quando começa a ter problemas no emprego e na porque está bebendo demais”, exemplifica a especialista.

Como reconhecer os sintomas em si mesmo?

Embora as pessoas que usam o álcool de maneira abusiva Podemos ter dificuldades em reconhecer os próprios sintomas e em aceitar, alguns questionamentos feitos a si mesmo auxiliam no entendimento.

De acordo com Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), quem estiver em dúvida deve consultar:

  1. Você já tentou parar de beber e não conseguiu?
  2. Sente-se incomodado com críticas sobre o quanto de bebida alcoólica?
  3. Acha que bebe mais do que gostaria?
  4. Tem que beber brand que acorda para diminuir o mal-estar?

“Caso a pessoa está procurando que o consumo de álcool sendo um problema, vale conversar com familiares e amigos próximos, além de ajuda profissional, como uma consulta médica, e realizar acompanhamento psicológico”, explica Guerra.

Papel da família

Familiares e amigos são, em geral, os primeiros a notarem os relacionados ao uso abusivo de álcool. “Primeiro porque, muitas vezes a pessoa é mais violenta, mais agressiva,; porque ela fica bebendo o dia inteiro e acaba não fazendo as outras coisas da casa – a precisa ir para o trabalho e não foi, acorda de ressaca e precisa segundo tomar uma cerveja para ficar bem, esquecendo os compromissos dela”, exemplifica Sanchez.

De acordo com um especialista em saúde, os familiares desempenharão um importante papel na motivação da pessoa e nenhum incentivo para que um auxílio de um profissional de saúde, como psicólogo ou psiquiatra. “Essa família vai tentar conversar com a pessoa, mas, na maior parte das vezes, vai demorar até ela topar ajuda. Por isso, esse processo tem que ter uma insistência, mas sempre de uma forma acolhedora”, explica.

Fatores de risco

O psiquiatra Arthur Guerra destaca que existe um genético associado à dependência de álcool, mas que, embora seja eleve ou o risco de uso problemático da substância, não é determinante. “O ambiente de formação, a disponibilidade e facilidade de acesso, a permissividade dos pais, entre outros, são componentes ambientais importantes para o desenvolvimento da doença”, destaca.

Além disso, existem fatores de proteção que compensam o risco de pela genética. “A pessoa que começa a se envolver em outras atividades, que algumas vezes é superativo na escola, que não se envolve, por exemplo, com os amigos que bebem mais, começa a tomar decisões na vida que acabam fazendo que ela se exponha menos ao álcool e nem desenvolver essa dependência”, explica Zila Sanchez, professora de Medicina Preventiva.

Segundo um especialista, uma criança ou ingerir álcool mais cedo pela primeira vez, os maiores são como possibilities de desenvolver um transtorno relacionado ao uso de álcool na idade adulta, mesmo sem idade adulta, mesmo sem a idade adulta, mesmo que seja adequado para o diagnóstico, que depende de um pace de consumo que elas ainda não têm.

“Para o adolescente começar a perder a sua relação social, deixe de lado todas as suas atividades para beber, ter abstinência e fissura, acabando demorando um pouco mais. Então, muitas vezes, esses transtornos começam a aparecer no fim da adolescência e começo da idade adulta.”

Como tratar?

Os tratamentos para dependência de diferentes métodos de envolvimento, que podem ser adotados de forma combinada, de acordo com o psiquiatra Arthur Guerra. São eles:

• Farmac a fissuralógico pela bebida alcoólica (uso de medicamentos);
• Psicoterapia;
• Grupos de ajuda mútua, como os Alcoólicos Anônimos;
• Hospitalização, para casos mais graves;
• Atividades físicas.

No entanto, o especialista reforça que não existe um tratamento padrão. “Cada paciente vai se encaixar melhor em alguns dos tratamentos mencionados. O importante é que seja individualizado e humano, pois assim os resultados são melhores e mais consistentes”, explica. (Com informações da Agência Einstein)

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